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Justiça leiloa bens do ‘Rei do bitcoin’ e espera arrecadar R$ 1 milhão

Carros e itens de luxo do empresário Cláudio José Oliveira serão colocados em leilão na próxima sexta-feira (22).

Bens apreendidos do empresário Cláudio José Oliveira serão leiloados na próxima sexta-feira (22). Também conhecido como ‘rei do bitcoin’, ele é investigado por estelionato e crimes contra o sistema financeiro nacional.

Preso desde a deflagração da Operação Daemon em 2021, o ‘rei do bitcoin’ era conhecido no mercado cripto como sendo responsável pelas exchanges NegocieCoins e TemBTC.

No novo leilão de itens do investigado, a Justiça Federal do Paraná espera arrecadar R$ 1 milhão somente com os automóveis apreendidos. Dentre os itens que serão leiloados estão um Lamborghini e uma BMW.

No total, três automóveis serão oferecidos no leilão do ‘rei do bitcoin’. Um dos modelos é um Lamborghini Gallardo C4 (2010). A expectativa do leilão é que o veículo seja arrematado por valores que começam em lances de R$ 629 mil.

Rei do bitcoin terá bens leiloados


O leilão dos bens do ‘rei do bitcoin’ acontecerá online e será organizado pela Kronberg Leilões. Além dos três modelos de carros, existem outros itens de luxo que serão ofertados pela casa de leilão.

Um desses itens é uma bolsa da marca Hermès. O lance mínimo para esse item é de R$ 11 mil. Além do primeiro leilão nesta sexta (22), acontecerá uma segunda fase de lances no dia 29 de julho de 2022, para os itens não arrematados na primeira fase.

Um veículo Honda HR-V Touring, ano 2018, também será leiloado pela Kronberg Leilões. O lance mínimo para arrematar esse item é de R$ 140.500. O outro automóvel é da marca BMW e deve receber lances a partir de R$ 213.300.

Esse não é o primeiro leilão de bens do ‘rei do bitcoin’ autorizado pela justiça. Em dezembro de 2021, outros itens do empresário foram leiloados. Na ocasião, foram arrecadados R$ 430 mil.

O rei do bitcoin ficou conhecido pela oferta de arbitragem infinita nas exchanges que faziam parte do Grupo Bitcoin Banco. Em julho de 2021, a justiça decretou falência das empresas que fazem parte do grupo.

O negócio conduzido por Cláudio José Oliveira movimentou mais de R$ 1,5 bilhão no mercado cripto, e pode ter afetado mais de 7.000 investidores que operavam nas exchanges do Grupo Bitcoin Banco.

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