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Starlink já tem 100 satélites para apoiar manifestantes no Irã

Companhia de Internet via satélite comandada por Elon Musk já disponibilizou 100 satélites focados no Irã.

Desde que a jovem Mahsa Amini foi morta de forma brutal pela polícia iraniana por se recusar a seguir as regras sobre cobrir os cabelos com o hijab, protestos tem tomado conta das ruas nas principais cidades do país.

Já se vão 100 dias e ao menos 500 mortes de manifestantes, com uma forte presença de mulheres e da geração Z, que luta contra a repressão do regime teocrático instaurado na revolução de 1979.

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A despeito de não ser uma novidade, já tendo ocorrido em 2017 e 2019, os protestos no Irã tornaram-se agora muito mais amplos em termos de participação popular do que antes.

Para apoiar a causa, Elon Musk, o CEO da SpaceX, anunciou que a empresa iria garantir acesso à Internet aos manifestantes. Nesta semana, Musk anunciou que a Satlink já possui 100 satélites dedicados ao país.

Essa não é a primeira vez que Musk se envolve em algo do tipo. Também neste ano, a Starlink dedicou esforços para garantir acesso a Internet por parte da Ucrânia, após a invasão da Rússia. 

Em outubro, a SpaceX afirmou que já havia doado US$80 milhões em equipamentos à Ucrânia. Musk chegou a cobrar apoio do governo americano, que já doou US$20 bilhões ao país, para manter a rede funcionando. Diante da má repercussão sobre querer faturar com a guerra, Musk voltou atrás e afirmou que a SpaceX continuaria bancando o apoio.

Independente de receita, porém, tais eventos acabam se tornando uma publicidade para a SpaceX e o ex-homem mais rico do mundo. A Starlink acaba provando seu ponto de que pode fornecer Internet de alta velocidade em qualquer lugar e sob qualquer circunstância, mesmo uma guerra.

Outros eventos similaridades de “boa publicidade” da empresa envolvem o Brasil, onde Musk chegou a visitar e anunciar que a empresa levaria Internet a escolas na Amazônia. 

A expectativa da empresa é de lançar até 12 mil satélites, cobrindo todo o planeta (com possível expansão para até 42 mil). 

A expectativa é de que a empresa de satélites de baixa altitude possa gerar US$30 bilhões em receita e US$18 bilhões em lucros já em 2025.

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