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Netflix estreia ‘CriptoFraude’, mais um documentário sobre golpe de criptomoedas

O novo documentário da Netflix, “Bitconned” (‘CriptoFraude’ em português), narra a ascensão e queda de Raymond Trapani, fundador da Centra, e seus cúmplices em Miami.

Depois de “Não confie em ninguém: a caça ao rei da criptomoeda”, a Netflix estreiou mais um “criptodocumentário”. Esse primeiro falava da QuadrigaX, corretora de criptomoedas que aplicou um golpe milionário após o fundador ser dado como morto, e levar as chaves privadas da empresa com ele.

Contudo, o novo documentário da Netflix, “Bitconned” (‘CriptoFraude’ em português), narra a ascensão e queda de Raymond Trapani, fundador da Centra, e seus cúmplices em Miami. Estes, por sua vez, enfrentam mais de 100 anos de prisão por fraude criminal.

Desde a infância, Trapani aspirava ser milionário, chegando a vender medicamentos ilegalmente na juventude. Posteriormente, ele co-fundou a Miami Exotics, uma empresa de aluguel de carros de luxo, onde conheceu Sam ‘Sorbee’ Sharma. Apesar de uma relação inicialmente conturbada, eles se tornaram parceiros de negócios.

Entretanto, a Miami Exotics, foi a falência devido a gastos excessivos e dívidas. Trapani, após perder os últimos US$ 100 mil da empresa em um cassino e tentar suicídio, foi introduzido por Sorbee ao mundo das criptomoedas. Eles fundaram a Centra, inspirando-se na TenX, e lançaram o Centra Card, um cartão de débito cripto, sustentado pelo token CTR.

Nesse sentido, a Centra rapidamente atraiu investidores, incluindo Jacob Rensel, enganados por falsas parcerias com Visa e Bancorp, promovidas por meio de documentos editados. A empresa também contratou celebridades como Floyd Mayweather e DJ Khaled para endossar o projeto. O que aumentou significativamente os investimentos recebidos.

Centra colapsa

No entanto, a Centra se revelou uma fraude. Visa negou qualquer relação com a empresa, e o suposto CEO, Michael Edwards, foi desmascarado como um personagem fictício criado por Trapani.

A investigação do jornalista Nathaniel Popper e a subsequente ação da SEC desencadearam o colapso da Centra. Trapani, após deixar a empresa e se entregar a drogas e jogos de azar, acabou sendo preso por fraude de valores mobiliários.

O governo apreendeu 100.000 ETH da Centra, e a justiça ordenou que Trapani reembolsasse US$ 2,9 milhões. No desfecho do documentário, Trapani enfrenta uma possível sentença de até 240 anos de prisão, enquanto Sharma recebe uma condenação de oito anos e Farkas, de um ano.

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