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Economia

Do Macro ao Cripto: BCE eleva juros a níveis históricos e Argentina zera impostos de renda

A economia chinesa, que tem desacelerado nos últimos meses, anunciou medidas para impulsionar o consumo e reduzir os juros de hipotecas, gerando otimismo nos mercados emergentes, incluindo o Brasil.

O cenário de juros altos ao redor do mundo caminham para encerrar-se, exceto pelo BCE. Contudo, indicadores dos Estados Unidos, Brasil e China apontam que a economia já começou a desacelerar. Desse modo, é válido imaginar que os EUA possam realizar uma manutenção na taxa no próximo mês.

Nesse sentido, a confiança do consumidor nos Estados Unidos sofreu um revés em setembro, com o índice de confiança registrando 67,7, conforme dados preliminares divulgados pela Universidade de Michigan. Desse modo, o resultado ficou abaixo das expectativas de analistas, que previam um índice de 69,2. Em agosto, o indicador estava em 69,5. Além disso, em relação à inflação, a expectativa para o período de 12 meses caiu de 3,5% para 3,1%.

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BCE não quer abaixar juros

Ademais, o Banco Central Europeu (BCE) afirma não ter data definida para cortar as taxas de juros. Além disso, segundo disse o vice-presidente do BCE, Luis de Guindos, nesta sexta-feira, “expectativas de uma redução em junho do ano que vem são apenas apostas do mercado que podem facilmente se mostrar incorretas”.

“A inflação vai continuar caindo, tanto o núcleo da inflação quanto a inflação geral. Os mercados estão descontando, e os mercados também podem estar errados, eles se baseiam em uma série de hipóteses que, às vezes, não se concretizam, de que começaremos a reduzir as taxas em junho de 2024. É uma aposta, que pode estar certa e pode não estar certa”, disse ele à estação de rádio Cadena Cope. “Isso dependerá de muitos fatores, dependerá dos dados”, complementa.

Além disso, nesta quinta-feira (14), o BCE aumentou seus juros para um recorde de 4%. O órgão sinalizou que o recorde histórico provavelmente foi o último. Na leitura do BCE, depois de um aperto monetário de mais de um ano para reduzir a inflação, a economia da zona do euro está finalmente desacelerando.

Argentina zera impostos

Na Argentina, a população enfrenta uma escalada significativa na inflação. Em agosto, os preços ao consumidor dispararam 12,4% em comparação com o mês anterior, marcando a taxa mais alta desde fevereiro de 1991.

Desse modo, o aumento alarmante coloca o governo em uma posição defensiva, especialmente com as eleições presidenciais se aproximando. O ministro da Economia e candidato a presidente, Sergio Massa, em movimento súbito zerou os impostos de renda para 99% do país.

Brasil reage à China

No Brasil, o mercado financeiro reagiu positivamente ao anúncio de medidas de estímulo econômico na China. Em setembro, o dólar fechou abaixo de R$ 4,90 pela primeira vez no mês, e a bolsa de valores superou os 119 mil pontos, alcançando o maior nível desde o início de agosto.

A economia chinesa, que tem desacelerado nos últimos meses, anunciou medidas para impulsionar o consumo e reduzir os juros de hipotecas, gerando otimismo nos mercados emergentes, incluindo o Brasil. Além disso, o Banco Central brasileiro deve voltar a cortar a taxa Selic em 0,50 ponto percentual quando se reunir na semana que vem, segundo pesquisa da Reuters.

Os resultados da sondagem realizada de 11 a 14 de setembro mostram que todos os 48 economistas questionados projetam queda dos juros básicos a 12,75%. Se confirmado, será o segundo corte consecutivo de 0,50 ponto percentual da taxa básica.

O Bitcoin reage positivamente aos índices de tecnologia dos Estados Unidos. A correlação entre ambos aumenta à medida que novos dados macroeconômicos são divulgados.  A criptomoeda caminha para fechar positivo pelo terceiro dia seguido nesta sexta-feira (15).

O Bitcoin é negociado a US$ 26.400, e busca encerrar sete dias positvo em 2,35%. Os ganhos foram observados assim que a FTX conseguiu a permissão para vender seus ativos digitais.

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