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AI pode ser usado em toda operação do JP Morgan, segundo o próprio CEO

Contudo, Dimon reconheceu os riscos que as novas tecnologias apresentam, especialmente sua possível utilização para objetivos mal-intencionados.

AI pode ser usado em toda operação do JP Morgan, segundo o próprio CEO

Jamie Dimon, CEO da JPMorgan, expressou sua visão sobre a aplicação da inteligência artificial (AI) nas operações de sua empresa em entrevista à Bloomberg. Desse modo, o CEO do JP Morgan, acredita que a empresa pode integrar a IA em todos os aspectos de suas operações, desde a negociação e hedge até a pesquisa e detecção de erros.

Dimon vê um futuro onde diversas ferramentas e modelos de IA serão utilizados, descrevendo a AI como algo dinâmico e em constante evolução. Ele ainda sugere que a IA pode não apenas auxiliar humanos, atuando como um co-piloto, mas também pode substituí-los em certas funções.

Como exemplo, ele mencionou que a IA já está encarregada da maior parte da cobertura de ações da JPMorgan. A empresa já emprega milhares de especialistas em pesquisa de IA, incluindo renomados cientistas globais.

Ademais, quando questionado sobre a possibilidade da IA substituir empregos humanos, Dimon concordou, mas ressaltou que a tecnologia sempre teve esse impacto. Ele vê a tecnologia como uma força benéfica, com potencial para trazer avanços significativos para a humanidade. Como a expectativa de vida mais longa e a redução da jornada de trabalho. 

Dimon reconheceu os riscos que as novas tecnologias apresentam, especialmente sua possível utilização para objetivos mal-intencionados. No entanto, ele acredita que se podem implementar medidas legais para mitigar esses riscos.

Em suma, Dimon enfatizou que a IA trará grande valor à força de trabalho e, se a JPMorgan optar por substituir empregos humanos por IA, a empresa se esforçará para realocar esses trabalhadores em funções mais adequadas.

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Leonardo Rubinstein

Sobre o autor

Leonardo Rubinstein

Jornalista formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Repórter, e autor do livro "2020: O Ano que Não Aconteceu". Escreve sobre criptoativos, tokenização, Web3 e blockchain, além de matérias na editoria de tecnologia, como inteligência artificial, Real Digital e temas semelhantes. Já cobriu eventos como Consensus, LabitConf, Criptorama e Satsconference.

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