Consórcio de exchanges forma a ‘Tether brasileira’ e stablecoin BRL1
A proposta busca trazer mais segurança, estabilidade e liquidez para o setor, utilizando ativos do Tesouro Nacional como lastro.
A proposta busca trazer mais segurança, estabilidade e liquidez para o setor, utilizando ativos do Tesouro Nacional como lastro.
A stablecoin vai poder trasitar pela Lightning Network, uma solução de escalabilidade para a criptomoeda.
O programa selecionará cinco empresas para receber até US$ 250 mil em investimento, além de mentoria com a liderança executiva da Bitso.
A USDtb tem respaldo em reservas em dinheiro e ativos equivalentes, o que busca garantir estabilidade ao token.
O curso da VEJA Negócios e da BlockTrends para investir fora do Brasil, em 4 módulos.
A equipe optou por abordar um tema relevante e em expansão: a arbitragem entre contratos futuros de ouro e o PaxGold.
A regulamentação pretende reduzir incertezas legais e atrair novos participantes para o mercado de câmbio.
A Argentina lidera a região LatAm em valor de criptomoedas recebidas, com um total estimado de US$ 91,1 bilhões.
Segundo um comunicado do qual o The Block teve acesso, a stablecoin vai funcionar de maneira semelhante às stablecoins tradicionais.
O Tribunal Superior do Reino Unido destacou que o Tether pode ser considerado propriedade rastreável e suscetível a ações de confiança.
Portanto, o plano é capitalizar o mercado de transferências transfronteiriças, que atingiu US$ 182 bilhões em 2022.