PF bloqueia até R$ 934 milhões em operação contra lavagem com criptomoedas
Segunda fase da Operação Narco Azimut mira rede de lavagem e evasão com uso de cripto, cumpre 26 mandados e bloqueia até R$ 934…
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Durante a ação, a PF cumpriu um mandado de prisão preventiva e dez mandados de busca e apreensão.
A investigação também aponta a participação de outras empresas de fachada e corretoras de criptoativos responsáveis por fornecer moedas virtuais a doleiros.
Esses grupos são suspeitos de envolvimento em lavagem de dinheiro e envio ilegal de valores para o exterior.
A organização realizava a lavagem de dinheiro ilícito através de bancos ou fintechs, e não com Bitcoin.
Duas das empresas envolvidas adquiriram criptoativos no valor de R$ 1,2 bilhões para operações cambias ilegais.
O Grupo de Trabalho sobre recuperação de ativos da CIBERLAB/SENASP foca em orientar as autoridades policiais em procedimentos investigativos envolvendo ativos virtuais.
O grupo atraía investimentos de diversos países por meio de depósitos em Bitcoin e prometia grandes retornos aos investidores que nunca cumpriram.
Novas ações envolvendo a companhia que prometia remunerar a locação de criptoativos ocorreram nesta manhã.