Criptomoedas

Bitcoin vai à lua…literalmente

A viagem do Bitcoin à lua foi organizada pela corretora de derivativos cripto BitMEX.

Bitcoin vai à lua…literalmente
(Imagem: DALLE-3)

O Bitcoin está literalmente rumo à lua. De forma mais específica, está a bordo do foguete lunar Vulcan Centaur, dentro de uma carteira de criptomoedas em forma de Bitcoin físico (uma moeda). Desse modo, a hardwallet contendo 1 BTC está viajando junto com astronautas. Nesta terça-feira (9), o Bitcoin é negociado a um preço de US$ 46.600, mas pode tornar-se ainda mais valioso dentro de pouco tempo.

Portanto, o veículo espacial, lançado da Estação Espacial da Força Aérea de Cabo Canaveral, tem como destino a lua, com previsão de chegada em meados de fevereiro.

A viagem do Bitcoin à lua foi organizada pela corretora de derivativos cripto BitMEX. Nesse sentido, a corretora anunciou a viagem do BTC para o espaço em 18 de maio de 2023.
Na época, anunciou-se também que aquele “Bitcoin físico” é uma carteira cripto contendo pelo menos um BTC.

A carteira Bitcoin terá um endereço público, permitindo que o público envie Bitcoin extra e testemunhe sua redenção assim que alguém puder buscá-lo. A BitMEX escreveu: “A moeda será uma carga registrada no manifesto do Peregrine-1 e permanecerá in situ na superfície da Lua até que alguma alma empreendedora vá coletá-la.”

Trajeto lunar do Bitcoin

Após se separarem do foguete, a moeda física e a tripulação espacial estão agora sendo transportadas pela espaçonave Peregrine-1 da empresa robótica Astrobotic Technology. Se tudo correr conforme o planejado, o veículo espacial pousará na lua em 23 de fevereiro.

A Missão Peregrine Um foi nomeada em homenagem a um dos animais mais rápidos da Terra. Ademais, é a primeira missão de pouso na lua dos Estados Unidos desde seu programa Apollo, que pousou os primeiros humanos na lua em 1969.

Em um comunicado à imprensa, o CEO da BitMEX, Stephan Lutz, disse que, embora a missão seja um feito notável na exploração espacial, ela também representa o primeiro passo na criação de um sistema monetário para uma economia espacial.

Lutz explicou que o Bitcoin na lua é uma “cápsula do tempo” que captura uma das inovações mais significativas da história humana. “Estou animado para ver o que está por vir para as finanças descentralizadas. Onde os sistemas financeiros transcendem fronteiras terrestres e empoderam indivíduos em todo o cosmos.”

A tentativa da BitMEX de enviar Bitcoin para o espaço capitaliza a frase popular entre os usuários de cripto “to the moon”, usada frequentemente para expressar o desejo de um momento de alta para seus tokens cripto.

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Sobre o autor
Leonardo Rubinstein
Jornalista formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Repórter, e autor do livro "2020: O Ano que Não Aconteceu". Escreve sobre criptoativos, tokenização, Web3 e blockchain, além de matérias na editoria de tecnologia, como inteligência artificial, Real Digital e temas semelhantes. Já cobriu eventos como Consensus, LabitConf, Criptorama e Satsconference.
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