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Drex: Stone, Agibank e Efí entram em consórcio da ABBC

Segundo anunciado, todas foram aprovadas pelo Comitê Executivo Gestor do Banco Central para participar dos testes da versão tokenizada da moeda brasileira.

O consórcio proposto pela ABBC (Associação Brasileira de Bancos) para o piloto do Drex, nome oficial do Real Digital, anunciou nesta sexta-feira (18) a participação de mais três instituições. São elas, a Stone Instituição de Pagamento, o Banco Agibank e a Efí Instituição de Pagamento. Segundo anunciado, todas foram aprovadas pelo Comitê Executivo Gestor do Banco Central para participar dos testes da versão tokenizada da moeda brasileira.

O Consórcio ABBC já confirmou 13 instituições. O Banco Ribeirão Preto (BRP) lidera o grupo. Além disso, já contava com a participação dos bancos ABC Brasil, BMG, BOCOM BBM, BBC, Banrisul, BS2, Pan, Conglomerado Original e PagBank. Além dessas instituições financeiras, o Consórcio conta com as empresas BBChain, Microsoft e BIP.  

De todos os participantes para o Drex, o Consórcio ABBC é o maior em número de players participantes e em diversidade, segundo destaca. Além disso, devido ao grupo ter instituições de médio e pequeno portes, de diversas naturezas jurídicas, é posspivel testar uma variedade de serviços. Entre eles, tokenização, recebíveis, commodities agrícolas, gado, minérios, carros, pagamento off-line, fidelização, BNPL (Buy Now, Pay Later), nano e microcrédito. 

“O aumento da participação das nossas instituições associadas nos testes do Drex demonstra a importância do envolvimento em um projeto tão disruptivo. O Drex deve trazer agilidade nos pagamentos, maior segurança para o sistema financeiro e maior liberdade ao consumidor”. afirma Sílvia Scorsato, presidente da ABBC.

Testes, transações, confidencialidade e privacidade

Durante os testes gerais requisitados pelo Banco Central, a ABBC comunicou que realizará transações do Drex entre contas de reserva bancária; transação do depósito tokenizado do Real Digital entre clientes simulados; compra e venda de Título Público Federal (TPF) na rede DLT do Real Digital; emissão e “queima” de Moeda Digital Tokenizada; e habilitação de transações na modalidade DvP.

Além disso, o Consórcio ABBC vai utilizar os recursos para a realização de transações relacionadas à utilização de soluções de Computação Confidencial e às formas de garantias, usando os TPFs.

Para soluções de Computação Confidencial, a estrutura disponibilizada pelo Consórcio ABBC avaliará a capacidade de garantir a privacidade das transações financeiras. Além disso, será analisada a proteção do compartilhamento dos dados em uso durante o piloto.

Ademais, em relação às formas de garantias utilizando os TPFs, o consórcio pretende simular a tokenização de um título de crédito de emissão privada com garantias em TPFs tokenizados. Essa simulação tem como propósito integrar com o Sistema de Liquidação e Custódia (Selic) e realizar a liquidação em CBDC e/ou Real Tokenizado. “Com a participação no piloto do Drex, a ABBC mais uma vez apoia a agenda de inovação do Banco Central”, enfatiza Euricion Murari, Diretor de Inovação e Serviços da ABBC.

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