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Blockchain

Globo conta sobre seus lançamentos de NFTs e o que esperar para o futuro

Ambos lançamentos foram apenas testes, e não terão continuidade na comunidade

A rede Globo participou de evento para falar sobre sua trajetória no mundo dos NFTs, ou colecionáveis digitais, em apresentação na primeira edição do Digital Finance Brasil. O evento foi uma iniciativa da Ethereum Brasil e Blockchain SP, e aconteceu no Campus da Universidade São Paulo, na USP.

A emissora já anunciou duas coleções de figurinhas digitais que utilizam a tecnologia blockchain. A primeira coleção estava relacionada ao programa The Masked Singer Brasil, transmitido em TV aberta, enquanto a segunda coleção foi referente à novela Todas as Flores, disponibilizada através da plataforma do Globo Play.

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Durante o evento, porta-vozes da Globo falaram sobre suas coleções anteriores, o que está por trás do sucesso destes lançamentos, bem como o que esperar para o futuro. Entre os motivos citados por trás da adoção da tecnologia, está justamente a utilidade e sensação de identidade virtual que ela traz, conforme contam. Os NFTs foram construídos em blockchain da Eluv.io.

A apresentação ocorreu no palco intitulado “NFTs na Globo: experiência interativa na TV aberta e no Streaming”. No palco, estiveram Marceli Nunes e Douglas Melo, especialistas em tecnologia da Globo, além de João Nogueira, gerente de distribuição de conteúdo da empresa.

Globo e NFTs: o que está por trás dos lançamentos e o que esperar para o futuro?

Em entrevista, Douglas revela que o lançamento dos NFTs de Masked Singer foi algo pioneiro no país. O lançamento foi feito de forma gamificada durante TV aberta. O próprio programa possui uma interação com o público, que leva o espectador a buscar adivinhar quem é o cantor mascarado que está se apresentando no palco.

Douglas também comenta que ambos lançamentos foram apenas testes, e a equipe não vai dar continuidade na comunidade. Mas que serviu como métrica para avaliar os lançamentos futuros, que segundo ele, com certeza irão acontecer.

“Esses foram dois projetos pilotos para avaliarmos a nossa hipótese de entrada no mercado. A partir do momento que lançarmos novos projetos vamos conseguir delinear como será isso mais para frente”, explica. “[os lançamentos foram feitos] Para entendermos como se comporta cada tipo de público, cada segmento. Essas duas experiências se encerraram ali mesmo”.

No que diz respeito à coleção de Masked Singer, a distribuição dos NFTs ocorreu como uma forma de premiar aqueles que participassem de um quiz durante o show, proporcionando-lhes a oportunidade de vivenciar a experiência de resgatar a arte digital.

“Quando fizemos as NFTs do Masked, nós já pensamos em fazer algo com uma abordagem simplificada. Com formas de pagamento em Pix, algo mais simplificado, e linguagem natural”, diz.

O que os NFTs da Globo ensinaram para a emissora?

Os NFTs de The Masked Singer Brasil continuam disponíveis em mercado secundário, e já acumulam grandes volumes de negociação, comentam os porta-vozes. Nesse sentido, a própria emissora concebeu a plataforma masked.nft.globo para a comercialização e interação do espectador com suas figurinhas virtuais.

Nesse caso, cada um deles possui uma arte em quatro versões, elencadas por raridade sendo Essencial, Raro, Épico e Mítico, em ordem do mais comum ao mais raro.
Por outro lado, os colecionáveis criados para a novela “Todas as Flores” foram disponibilizados gratuitamente aos assinantes anuais ou bianuais do streaming Globo Play.

Dessa forma, a própria plataforma foi responsável pela distribuição dos NFTs de Todas as Flores, enviando um link por meio de WhatsApp ou email para a base de assinantes da plataforma. Nele, os usuários que acompanharam a novela receberam um quiz sobre os personagens e, depois de respondidas as perguntas, o NFT.

“A oferta foi baseada no próprio recorte de assinantes, que consistem nos fãs do programa. A oferta primária foi feita pela participação da ativação pelo WhatsApp, mas caso o espectador quisesse um NFT poderia comprar de alguém que conseguiu no primário”, explica.

Em ambos os casos, ele comenta ser possível fazer uma ponte para um blockchain como a Ethereum, e comercializar no OpenSea. “É possível tecnicamente, mas não é o objetivo. Não foi algo que focamos neste teste”, diz. Conforme explica, não faria sentido fazer essa ponte, devido às altas taxas na rede da Ethereum. Segundo ele, o teste consistiu em observar a adesão da base de assinantes à tecnologia, e entender a melhor maneira de aplicar isso em futuras coleções.

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