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Ouro e Bitcoin voltam a bater recordes lado a lado

No primeiro trimestre de 2024, o ouro e o Bitcoin se destacaram no mercado financeiro, com o metal valorizando 21,13%, enquanto o Bitcoin valorizou-se 55% .

Ouro e Bitcoin voltam a bater recordes lado a lado
(Imagem: Shutterstock)

Nesta segunda-feira (1), a cotação do ouro estabeleceu um novo recorde histórico, ultrapassando US$ 2.265 por onça (28,35 gramas). Por sua vez, assim como o ouro, o Bitcoin atingiu recordes. Contudo, de fechamento no preço em suas velas diárias, semanais e mensais. O aumento de ambos os ativos ocorre em um momento em que o mercado está otimista com uma redução no Fed Funds, a taxa de juros dos EUA.

A redução, ou manutenção, é feita pelo Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos. Investidores do país consideram o metal um “porto-seguro”. Além dele, muitos também começam a considerar o Bitcoin como um “bote salva-vidas”.

No primeiro trimestre de 2024, o ouro e o Bitcoin se destacaram no mercado financeiro, com o metal valorizando 21,13%, enquanto o Bitcoin valorizou-se 55% ao ritmo que o mercado aguarda a redução dos juros pelo Fed. 

Além disso, o Bitcoin também atingiu recordes nesta semana. Desse modo, o fechamento semanal, mensal e trimestral de 31 de março tornou-se o mais alto da história. A criptomoeda fechou estes gráficos temporais um pouco abaixo de US$ 70.300. Atualmente, a taxa de juros nos Estados Unidos está no nível mais alto em mais de duas décadas, variando entre 5,25% e 5,50%.

Bitcoin e ouro batem recordes pela segunda vez no mês

No começo de março deste ano, ambos os ativos atingiram suas máximas históricas de preço. O Bitcoin (BTC) e o ouro revelaram que os investidores estão bastante desconfiados com o sistema fiduciário, e procuram um ‘bote salva-vidas’.

Desse modo, ambos estabeleceram novos recordes de preço, marcando um “dia ruim para o dinheiro fiduciário”. O motivo é que ambos detêm a tese de ativos usados como proteção contra a inflação.

Pela primeira vez desde o surgimento do Bitcoin, as duas reservas de valor atingiram novos recordes simultaneamente no dia 6 de março. Na época, o ouro à vista quebrou seu recorde anterior, e alcançou US$ 2.130. Portanto, superando seus picos anteriores de cerca de US$ 2.000 estabelecidos no início de dezembro.

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Leonardo Rubinstein

Sobre o autor

Leonardo Rubinstein

Jornalista formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Repórter, e autor do livro "2020: O Ano que Não Aconteceu". Escreve sobre criptoativos, tokenização, Web3 e blockchain, além de matérias na editoria de tecnologia, como inteligência artificial, Real Digital e temas semelhantes. Já cobriu eventos como Consensus, LabitConf, Criptorama e Satsconference.

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