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Investimentos

Fundos de pensão no Brasil perdem quase R$ 1 bilhão com Americanas

A crise da empresa completou um ano em janeiro de 2024, e durante esse período, os fundos de pensão do Brasil sofreram uma perda significativa de R$ 956 milhões.

Na teoria, os fundos de pensão tem o mesmo objetivo em qualquer lugar no mundo: garantir uma boa aposentadoria (além de engordar o Estado quando estatal). Contudo, a estratégia de investimento desses fundos nem sempre garantem um excelente desempenho como foi o caso de quem investia em Americanas (AMER3).

A crise da empresa completou um ano em janeiro de 2024, e durante esse período, os fundos de pensão do Brasil sofreram uma perda significativa de R$ 956 milhões. Os dados são conforme reportado pela Previc (Superintendência Nacional de Previdência Complementar).

Enquanto isso, existem gestores de pensão que arriscam menos: eles compram Bitcoin. Dito isso, vale ressaltar que nos Estados Unidos, a Fidelity tornou-se a primeira empresa a oferecer aos investidores a oportunidade de adicionar Bitcoin às suas contas de reforma 401(k) no começo de 2022. As contas 401(k) são como os fundos de pensão do país, e funcionam bastante semelhante ao FGTS.

Nesse sentido, ao oferecer a criptomoeda também expôs seus clientes à uma valorização de 41% até então. Mesmo com a quebradeira da FTX no final de 2022. Hoje, a Fidelity comemora sua alocação, visto que recentemente os ETFs à vista foram aprovados nos EUA e o potencial de valorização é grande.

Por outro lado, os fundos expostos à ação da varejista na bolsa brasileira precisam torcer para que o plano de recuperação judicial da empresa seja cumprido à risca. Apenas assim, poderão recuperar ao menos uma parte do valor.

Como os fundos de pensão perderam quase R$ 1 bilhão com AMER3

Os fundos estavam expostos na varejista através de títulos de dívidas, e ações. Contudo, essa exposição quase virou pó após a empresa buscar proteção judicial depois que descobriu uma fraude contábil de mais de R$ 25 bilhões.

Apesar das perdas massivas, a Previc indica que nem tudo está perdido. Se a Americanas cumprir o plano de recuperação judicial aprovado pelos credores em dezembro de 2023, até 60% do valor perdido pode ser salvo.

Além disso, a Previc ressalta que o impacto para os beneficiários foi relativamente pequeno. Assim, representando apenas 0,8% do patrimônio do setor, que possui mais de R$ 1,2 trilhão em ativos. Portanto, apesar do revés financeiro, a situação não é tão desoladora quanto poderia parecer inicialmente.

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