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Criptomoeda preferida de Felipe Neto desaba 96% em 1 ano

Solana, uma blockchain alternativa ao Ethereum, foi uma das criptomoedas mais afetadas no ano.

Criptomoeda preferida de Felipe Neto desaba 96% em 1 ano

Foi no longínquo ano de 2021 que o influencer e youtuber Felipe Neto, com 15 milhões de seguidores no Twitter, usou a rede social para anunciar sua entrada no mundo das criptomoedas.

Entre as principais indicações de Neto, a Solana (SOL) figurava entre as campeãs. Outras moedas foram PancakeSwap (CAKE), Axie Infinity (AXS), Ronin (RON) e Mobox (MBOX).

A criptomoeda que chegou a valer US$260 dólares, não tem tido um ano fácil. Atualmente é vendida a US$9,46.

O colapso de uma das criptomoedas consideradas mais promissoras no mercado há cerca de um ano, veio após falhas consideráveis na rede, além do fim do hype de outras tecnologias, como NFTs. 

Solana, uma criptomoeda competidora do Ethereum, enfrentou apagões por dias seguidos.

Uma das razões centrais da queda, porém, veio de outro entusiasta. Sam Bankman-Fried, da exchange FTX que falou em novembro, apoiou a adoção de Solana, chegando a colaborar com o lançamento de uma exchange descentralizada, a Serum, baseada em Solana. 

Desde novembro passado, porém, as aplicações na rede Solana caíram 98%.

Em seu auge, a criptomoeda foi um dos maiores expoentes da chamada “Proof-of-Stake”, que prometia substituir a prova de trabalho do Bitcoin, reduzindo assim o consumo de energia para sustentação da rede.

A “prova de reserva”, consiste em validar as transações na rede por meio de nodes contendo elevada quantidade de moedas entesouradas.

Em inúmeras ocasiões, porém, estes nodes acabaram gerando problemas e fazendo com que a rede voltasse a ficar off-line. 

A Solana Foundation, a organização que buscava promover o desenvolvimento da rede, anunciou em novembro que possuía elevada exposição a FTX, com fundos sendo armazenados na plataforma que declarou falência.

Este evento levou a uma queda de 50% na criptomoeda em questão de dias, alargando investidores e deixando de lado perspectivas de retomada.

Na esteira destes eventos, o influencer acabou por apagar Tweets antigos onde comentava seus investimentos, mas chegou a publicar que não iria vender qualquer criptomoeda, sendo assim “hodler” pra sempre.

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Felippe Hermes

Sobre o autor

Felippe Hermes

Co-fundador e editor-chefe do Blocktrends.

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