Criptomoedas

SEC protegeu investidores de um retorno de 44.900% não aprovando ETF em 2013

A criptomoeda estava sendo negociada a apenas US$ 90 quando os gêmeos Winklevoss tentaram lançar seu fundo.

SEC protegeu investidores de um retorno de 44.900% não aprovando ETF em 2013
(Imagem: DALLE-3)

A Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) assumiu seu papel de agência reguladora e protetora dos investidores ao privar uma valorização de 44.900% desde 2013. Nesse sentido, a agência rejeitou uma proposta para lançar o primeiro ETF de Bitcoin já naquela época.

A decisão final aconteceu em julho de 2023, e colocou uma triste conclusão a busca de mais de três anos pelos investidores de Bitcoin, Cameron e Tyler Winklevoss, os criadores da Gemini e famosos por participarem da criação do Facebook.

Portanto, no ano passado a SEC avaliou uma proposta de mudança de regra que permitiria a listagem do ETF na Bats BZX Exchange. Na época, a SEC solicitou vários comentários públicos e adiou sua decisão várias vezes.

Além disso, os patrocinadores do ETF expandiram o escopo da oferta inicial de US$ 20 milhões para US$ 100 milhões. Em um comunicado público detalhando a decisão, a SEC declarou: “Conforme discutido mais adiante, a Comissão está desaprovando esta proposta de alteração de regra porque não a considera consistente com o Artigo 6 (b) (5) do Exchange Act”.

O artigo citado exige que as regras de uma exchange de valores sejam concebidas para prevenir atos e práticas fraudulentas e manipuladoras, entre outras coisas. Além de visar “proteger os investidores e o interesse público”.

A criptomoeda estava sendo negociada a apenas US$ 90 quando eles tentaram lançar seu fundo. Portanto, novamente os gêmeos Winklevoss tiveram dificuldades em lucrar com sua vantagem de serem pioneiros. O ETF estava programado para negociar sob o símbolo “COIN”. O ticker, antes proposto pelos Winklevoss, agora pertence à Coinbase na Nasdaq.

SEC protege contra Bitcoin
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Leonardo Rubinstein

Sobre o autor

Leonardo Rubinstein

Jornalista formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Repórter, e autor do livro "2020: O Ano que Não Aconteceu". Escreve sobre criptoativos, tokenização, Web3 e blockchain, além de matérias na editoria de tecnologia, como inteligência artificial, Real Digital e temas semelhantes. Já cobriu eventos como Consensus, LabitConf, Criptorama e Satsconference.

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