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“Multipliquei 6x o investido oito dias depois”, diz investidor pioneiro de Bitcoin

“Quando eu fui olhar, eu percebi que de março para setembro, tinha uma infraestrutura fodida em cima, e que ninguém estava enxergando. E cara, adoro quando isso acontece”, comenta.

O ecossistema do Bitcoin está em constante evolução. Contudo nos últimos meses a construção de novas ferramentas está mais acelerada. Portanto, os potenciais de ganhos também surgem. Em entrevista ao BlockTrends, Daniel Duarte, uma figura proeminente no mundo das criptomoedas e finanças descentralizadas (DeFi), comenta sobre o tema.

Desse modo, ele conta como descobriu a tecnologia emergente, e que está lançando uma comunidade gratuita no Discord para entusiastas. Portanto, o objetivo de Duarte é fortalecer o ecossistema brasileiro de DeFi no Bitcoin.

O “começo” de tudo

Duarte, que navega pelo mercado cripto desde começo de 2016, comenta que sua percepção sobre as novas oportunidades começaram já com o lançamento de seu segundo livro, “Ethereum: O Código da Revolução”. Contudo sua história vai muito antes, e remonta uma época em que investiu tudo em Bitcoin bem no começo, e ganhou dinheiro holdando a criptomoeda. “Já tive 95% do meu patrimônio em Bitcoin”, revela.

Na época do lançamento de seu segundo livro, em novembro de 2022, o Ethereum estava avaliado em cerca de US$ 1 mil. Pouco depois, em março, começaram a surgir os Ordinals. Nesse sentido, Duarte diz que percebeu o movimento mas mencionou desafios iniciais enfrentados, especialmente com a carteira Sparrow. “Eu vi que os Ordinals aconteceram em março também. Só que era muito ruim, porque era uma carteira totalmente estranha, chamada Sparrow, era tudo horrível”, comenta.

Virada de chave

A virada veio após a conferência de Bitcoin em Amsterdã, em setembro deste ano, quando o assunto ressurgiu. Desse modo, Duarte destacou a importância do Twitter como uma plataforma para acompanhar especialistas e tendências emergentes. Ele diz ter observado uma infraestrutura robusta desenvolvida em torno do Bitcoin DeFi, que muitos ainda não haviam percebido.

“Quando eu fui olhar, eu percebi que de março para setembro, tinha uma infraestrutura fodida em cima, e que ninguém estava enxergando. E cara, adoro quando isso acontece”, comenta.

Desse modo, o investidor mergulhou no mundo do DeFi do Bitcoin, começando com NFTs e explorando moedas como BSSB, MUBI e DOVA. Ele destacou a importância de entender ecossistemas interconectados e mencionou o sucesso da moeda BSSB. Nesse sentido, ele explica que descobriu e compartilhou com sua comunidade.

“Eu comecei a ir para as ‘moedinhas’, e dei de cara uma moeda que tinha lançado há dois dias, que é a BSSB. Eu fui o primeiro cara no Brasil que investiu nessa moeda, eu tenho provas, porque tá no grupo [risos]. Mandei no grupo quando estava a US$ 0,70 centavos, hoje bateu US$ 4,7. Fiz 6x sobre o investido oito dias depois”, diz.

É preciso olhar além de STX

Duarte também falou sobre STX, um projeto que está estabelecendo um novo padrão no ecossistema DeFi do Bitcoin. Stacks (STX) é um protocolo blockchain de camada 1, projetado para trazer contratos inteligentes e aplicativos descentralizados (dApps) para a rede Bitcoin.

Ele explicou como esses projetos estão criando um modelo para outros seguirem, focando em Bitcoin puro sem ligação direta com o Ethereum. Contudo, diferente de seus competidores, o valor de mercado ainda é bastante baixo.

“Estão fazendo tudo [no Bitcoin]. Launchpad, staking, lending. Está rolando tudo. Tudo que tem no Ethereum. Os caras estão prototipando rápido no Bitcoin”, diz.

Quando questionado sobre suas estratégias de investimento, Duarte enfatizou a importância de estar na narrativa certa e não necessariamente ser um gênio financeiro. Ele também mencionou seu interesse em ecossistemas emergentes como Solana e a importância dos airdrops nesses espaços.

Carteiras e Operações no Bitcoin DeFi

Sobre as operações no Bitcoin DeFi, Duarte recomendou carteiras como Xverse e Unisat para diferentes propósitos, como minting e trading de BRC20s. Ele destacou a importância de escolher a carteira certa para diferentes tipos de transações no ecossistema DeFi.

A Xverse é uma carteira com uma usabilidade mais simplificada, contudo limitada. Por sua vez, a UniSats já tem uma interface mais complicada, mas permite todo tipo de operação nas redes do Bitcoin.

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