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Blockchain

Indicador aponta que Bitcoin teve deflação de 1,7% desde 2020

Ao contrário da base monetária global, Bitcoin sofreu deflação desde 2020.

O surto inflacionário ocorrido desde o início da pandemia de Covid-19, o maior em 4 décadas, se espalhou por setores tão diversos quanto carros usados e energia.

Análise realizada pelo BlockTrends Research, porém, aponta que o Bitcoin acabou sofrendo um processo inverso.

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Segundo o estudo realizado pelo analista Cauê Oliveira, do BlockTrends Research, o total de Bitcoins que entraram em circulação desde o último halving, em maio de 2020 somou 5.038%.

Na outra ponta, o total de Bitcoins que entraram para a categoria de “imóveis”, somaram 6,78%.

Na prática, o algoritmo pré-definido do Bitcoin, somado a comportamentos de mercado, levaram a um aumento de escassez. 

Ao contrário da oferta, que é pré-definida, a quantidade de Bitcoins perdidos, por problemas de custódia por parte dos usuários, acaba sendo indefinida.

Casos como os do inglês que perdeu seu HD com 8 mil Bitcoins, tornaram-se famosos na última década. Até hoje James Howells tenta convencer a prefeitura de sua cidade a permitir uma varredura no local para recuperar o HD, até o momento sem sucesso.

Diversas empresas focadas em processos de custódia acabaram surgindo visando reduzir este tipo de ocorrência, ainda assim, o risco não foi totalmente eliminado conforme descreve a análise realizada pelo BlockTrends Research. 
Você pode acessar o relatório completo clicando AQUI

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