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Economia

Argentinos já sacaram $16 bilhões de dólares dos bancos sob Alberto Fernandez

Com receio de um novo confisco da poupança, argentinos já sacaram metade das economias em dólar.

Apelidado de corralito, uma palavra que pode ser traduzido como “cercado”, o plano econômico adotado na Argentina em 2001 previa, dentre outras medidas, o confisco da poupança.

A exemplo do que fez por aqui Fernando Collor, que congelou cerca de 25% do PIB, ou $100 bilhões, o governo argentino limitou os saques a, no máximo, $250. 

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Moedas estrangeiras detidas pela população foram convertidas a força em pesos, cuja cotação disparou para 4 pesos valendo 1 dólar, ante a paridade de 1 pra 1 existente antes.

O fantasma de um novo corralito tem levado argentinos a realizar novos saques, a cada medida restritiva de câmbio anunciada pelo governo.

Em 16 de agosto deste ano, meados do primeiro mês desde a posse do novo ministro da economia, os saques nas contas em dólar foram se intensificando. Em cerca de 1 mês, os argentinos sacaram $1 bilhão.

Desde 2019, porém, os argentinos reduziram seus depósitos em dólar de $32 bilhões para $14,6 bilhões. 

A sangria nas contas em dólar tem sido uma constante, sob o risco de que o governo decida novamente forçar uma conversação para o Peso.

Atualmente, 1 dólar está sendo cotado a 126 pesos, ou 1 para 350 no mercado paralelo.

O governo assegura que a moeda irá se estabilizar, mas o temor reside no fato de as reservas do próprio governo estarem em queda.

Entre o primeiro e o segundo trimestre deste ano, as reservas internacionais do país caíram de $43 bilhões para $38 bilhões, enquanto a dívida externa segue em $324 bilhões.

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