Ouro recua antes do CPI: o que esperar do metal em 2025
Ouro recuou para US$ 4.190 com correção técnica antes dos dados de inflação dos EUA. O CPI de quarta-feira pode definir o rumo dos…
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Metal precioso avança na semana impulsionado por compras recordes do banco central chinês, mesmo com rendimentos reais elevados nos EUA pressionando o custo de…
Queda nos rendimentos dos títulos americanos e apostas na manutenção dos juros pelo Fed impulsionam o ouro acima de US$ 4.200 por onça-troy.
Alta dos rendimentos dos Treasuries e probabilidade de 86% de elevação de juros pelo Fed pressionam o ouro, que perdeu fôlego apesar de projeções…
O curso da VEJA Negócios e da BlockTrends para investir fora do Brasil, em 4 módulos.
Goldman Sachs e UBS elevam projeções para o ouro em 2026, com alvos entre US$ 4.900 e US$ 5.400 por onça. Entenda o que…
Compras oficiais de 863 toneladas em 2025, posicionamento comprado nos futuros e diversificação fora do dólar sustentam o metal perto das máximas.
Metal negocia perto de US$ 1.300 com demanda pressionada pela eletrificação e oferta concentrada em Rússia e África do Sul.
Déficit estimado em 297 mil onças em 2026, estoques de quatro meses de demanda e oferta quase parada sustentam a tese estrutural do metal.
Metal saiu de US$ 28 em 2025, rompeu US$ 100 em janeiro e corrigiu. Déficit estrutural e demanda industrial seguem no centro da tese.
Principais criptoativos sobem enquanto ouro e prata avançam, refletindo queda implícita de juros reais e melhora nas condições financeiras. Em regimes assim, Bitcoin alterna…