Criptomoedas

MB anuncia listagem de Worldcoin (WLD)

A Worldcoin é uma criptomoeda que diz nascer a partir de uma rede descentralizada de verificação de identidade humana.

MB anuncia listagem de Worldcoin (WLD)

O MB (Mercado Bitcoin), uma das maiores corretoras de ativos digitais na América Latina, anunciou o lançamento do Worldcoin (WLD) em sua plataforma. Sam Altman, CEO e co-fundador do OpenAI, um dos responsáveis pela criação do ChatGPT, desenvolveu a WLD. Trata-se de um ativo multichain construído na blockchain ERC-20 do Ethereum e Optimism.

A Worldcoin é uma criptomoeda que diz nascer a partir de uma rede descentralizada de verificação de identidade humana. A rede é construída com base na prova de personalidade (proof-of-personhood) e privacidade do usuário.

“Estamos empolgados em ser uma das primeiras plataformas no Brasil a listar este ativo inovador, que oferece uma abordagem única para garantir a autenticidade das identidades digitais”, diz Fabrício Tota, diretor de Novos Negócios no MB. “Todo ser humano é elegível para ser uma parte do WLD simplesmente por ser humano e a Worldcoin tem atraído interesse tanto de investidores quanto de entusiastas de criptomoedas, motivados pela valorização esperada no lançamento e pela visão de que o token se torne uma das principais moedas utilizadas em escala global”, complementa.

Como funciona a Worldcoin?


O Worldcoin ainda utiliza a tecnologia chamada “World ID”, na qual o procedimento de escaneamento de íris obtém os dados biométricos da pessoa. Desse modo, ele transforma os dados biométricos em um hash e forma a base de dados única daquela pessoa. O processo é realizado por meio de um objeto conhecido como “Orb”.

Desse modo, uma vez validados, os cadastrados recebem uma quantidade pré-determinada de tokens WLD. Contudo, a própria empresa promete apagar os dados originais obtidos, garantindo a privacidade dos usuários. Com o “World ID”, as pessoas podem comprovar para terceiros sua verificação como seres humanos.

Seu principal objetivo, portanto, é proporcionar uma identidade digital inclusiva e global. Além disso, permitir que os usuários façam login contínuo em sites e aplicativos, sem a necessidade de compartilhar dados pessoais sensíveis. Nesse sentido, o Worldcoin busca criar uma renda básica universal para conseguir comprovar a identidade humana. 

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Leonardo Rubinstein

Sobre o autor

Leonardo Rubinstein

Jornalista formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Repórter, e autor do livro "2020: O Ano que Não Aconteceu". Escreve sobre criptoativos, tokenização, Web3 e blockchain, além de matérias na editoria de tecnologia, como inteligência artificial, Real Digital e temas semelhantes. Já cobriu eventos como Consensus, LabitConf, Criptorama e Satsconference.

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