O cerco se fecha
Grandes bancos americanos lançam moeda digital própria para conter a fuga de depósitos. O Tether nunca foi tão grande, e nunca esteve tão cercado.
Análises editoriais profundas. Pulse Finance, o raio-x semanal de cada ativo, e Radar Cripto, a leitura do mercado.
Grandes bancos americanos lançam moeda digital própria para conter a fuga de depósitos. O Tether nunca foi tão grande, e nunca esteve tão cercado.
A prata dobrou em doze meses, rompeu US$ 100 e corrigiu. O déficit estrutural de oferta segue intacto, mas o preço agora precisa justificar a altitude.
Solana perdeu 60% em doze meses e o sentimento chegou ao extremo. O que os dados dizem sobre o que vem depois de um ciclo de pânico.
Ethereum perde valor, perde dominância e perde TVL, mas o mercado de stablecoins conta uma história que ainda não chegou ao preço.
Bancos centrais, futuros e o dólar fraco empurram o ouro para onde poucos achavam possível. Mas o preço já embute a perfeição.
Bitcoin perde 43% em 12 meses, o sentimento atinge mínimas extremas e o macro fecha portas. Mas os dados contam mais de uma história.
TSMC cresce lucro em 52% e se consolida como gargalo estratégico da IA global, mas o preço já embute parte dessa história.
Apple entrega números impecáveis, mas o mercado já precificou um futuro sem tropeços. A margem de erro ficou estreita demais.
Com o Bitcoin em máximas e o real se fortalecendo, o QBTC11 vive uma tensão dupla que poucos investidores estão calculando direito.
NVIDIA entrega números que desafiam a gravidade, mas o mercado começa a cobrar o preço de quem não pode tropeçar.
O mercado continua lateralizado e, apesar de uma forte investida no início desta semana fazendo o preço do Bitcoin chegar a $76k, a resistência dos vendedores prevaleceu retornando as operações dentro da acumulação de preços de $60 ~ 74k.
O mercado está lateralizado e as incertezas deixam investidores ansiosos. Escalonar aquisições para dividir os riscos parece ser a melhor estratégia para o período.
Na dúvida entre um “inverno cripto” e a chegada da “primavera”, é sábio lembrar o conselho materno que é melhor estarmos preparados para situações adversas – mesmo quando elas não ocorrem.
Queda de preços força turistas a saírem do mercado, marcando fase típica de estágios avançados do ciclo de baixa, mas ainda há espaço para mais dor.
Sinais de queda consolidam tendência de baixa, mas posição de institucionais revela novo processo de descoberta de fundos históricos.
Crise na dívida japonesa poderá forçar o Federal Reserve a intervir no câmbio e nos títulos do Japão, inundando o mercado com uma nova onda de impressão monetária, mas volatilidade é esperada no curto prazo.
Nova onda de volatilidade atinge o mercado do bitcoin, ativando risk-off com desalavancagem no carry trade e possível redução de liquidez no horizonte.
Bitcoin rompe resistências importantes e compra spot institucional retorna, mas movimento necessita de mais confirmação on-chain estrutural para se transformar em retorno de alta no médio prazo.
Analisando as novas dinâmicas que afetam ciclo do bitcoin e como o ano começou de forma construtiva, mas ainda sem confirmação total de retomada.
Risco tático positivo, risco estrutural elevado: como equilibrar alocação agora no mercado do bitcoin.
Da euforia ao prejuízo: o reset dos investidores de curto prazo e a acumulação silenciosa de baleias que pavimentam um cenário de incertezas
Do shutdown ao estímulo: por que a nova fase da política americana muda o jogo para o Bitcoin
Nova capitulação empurra investidores de curto prazo para níveis extremos de prejuízo e indícios de nova expansão de liquidez aparecem.
A decisão que deverá encerrar o aperto quantitativo e inaugurar o risco inflacionário de 2026.
O colapso silencioso que expõe o esgotamento do QT e o início de um novo ciclo de estímulos.
Entre liquidez, alavancagem e reflexividade: a anatomia do maior crash da história dos derivativos de criptoativos
O que os fluxos de capital e a liquidez global revelam sobre a continuidade do ciclo do Bitcoin
Entre o apetite institucional e o afrouxamento monetário global que moldarão o quarto trimestre no bitcoin e ativos digitais.
O ciclo se aproxima de sua conclusão. Historicamente, os meses finais são marcados por uma grande exponencialidade, resultado direto da intensa liquidez que antecede a reversão do mercado.
Choque de futuros e vendas de baleias expõem fragilidade local, mas a liquidez global ainda sustenta o ciclo de alta
Após a longa pausa, Powell deve retornar hoje com o ciclo de afrouxamento monetário, que apesar de trazer volatilidade pontual, deve favorecer liquidez até o fim do ano.
Desafiando os retornos históricos, bitcoin recupera em setembro, e apesar dos riscos de curto prazo permanecerem, a probabilidade de confirmação de reversão é alta.
Realização de lucros de baleias pressiona o bitcoin em meio a um período de baixa liquidez no mercado, mas potencial de reversão deverá ocorrer nas próximas semanas.
Entre a fraqueza sazonal de agosto e setembro e o potencial de reversão no quarto trimestre, explorando como os fluxos de capital e a estrutura de curto prazo criam uma janela de oportunidade
Após alertar com precisão sobre a correção atual, sinais on-chain voltam a indicar possível transição favorável ao lado comprador, em meio a um ciclo global de liquidez ainda em expansão.
As ações privadas mais desejadas do mundo chegaram à blockchain e já movimentaram milhões na primeira semana.