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Tether e Swan anunciam parceria para mineração de Bitcoin

Conforme comunicado à imprensa, a empresa investiu um valor não revelado, mas significativo, de capital.

Tether e Swan anunciam parceria para mineração de Bitcoin

A Tether, emissora da stablecoin USDT, continua seus esforços para expandir sua área de atuação além das stablecoins e entra de cabeça em mineração de Bitcoin. Além de investir recentemente na concorrente da Neuralink, agora firma parceria com o serviço de Mineração Gerenciada de Bitcoin da Swan.

Conforme comunicado à imprensa, a empresa investiu um valor não revelado, mas significativo, de capital. Com isso, o objetivo é estabelecer suas operações de mineração de Bitcoin através da Swan.

“Os grandes alocadores de capital não querem necessariamente reunir o seu capital com operações mineiras pré-existentes. Nem são capazes ou estão interessados ​​em adquirir todas as competências, talento, experiência e tempo para aprender como montar a sua própria operação mineira,” disse Cory Klippsten, CEO da Swan.

“É aqui que entra a Swan Managed Mining. Podemos pegar uma grande quantidade de capital e aplicá-la de forma rápida e eficiente em uma operação de mineração de propriedade do investidor que atenda às suas necessidades estratégicas específicas.”

Swan e Tether na mineração de Bitcoin

O serviço de Mineração Gerenciada de Bitcoin da Swan permite que investidores institucionais comprometam um mínimo de US$ 100 milhões no ecossistema de mineração de Bitcoin. Portanto, é por meio deste serviço, que a empresa planeja oferecer operações de mineração personalizadas, adaptadas às necessidades específicas de seus clientes.

Desde agosto de 2023, a Swan Mining investiu mais de US$ 330 milhões para aumentar sua capacidade de mineração para 7.5 EH. Entretanto, há planos para elevar essa capacidade para 19.5 EH este ano e cerca de 100 EH até 2026.

Paolo Ardoino, CEO da Tether, afirmou que “a colaboração com a Swan no setor de mineração superou nossas expectativas.” “A equipe da Swan demonstrou um compromisso inabalável com a transparência e a excelência operacional, alcançando uma rápida implementação de hashrate”, complementou

Ademais, vale ressaltar que a Tether é a maior emissora de stablecoin e revelou planos de investir aproximadamente US$ 500 milhões em mineração de Bitcoin. A empresa é o sétimo maior detentor de BTC no mundo, possuindo aproximadamente 75,354 BTC, avaliados em US$ 5,23 bilhões.

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Leonardo Rubinstein

Sobre o autor

Leonardo Rubinstein

Jornalista formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Repórter, e autor do livro "2020: O Ano que Não Aconteceu". Escreve sobre criptoativos, tokenização, Web3 e blockchain, além de matérias na editoria de tecnologia, como inteligência artificial, Real Digital e temas semelhantes. Já cobriu eventos como Consensus, LabitConf, Criptorama e Satsconference.

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