
Estágio de descoberta de preços: até onde vai a alta?
Enquanto o bitcoin sobe sem grandes “alardes” no mercado, institucionais seguem acumulando, mas o impacto de demanda pode ser maior do que imaginamos
Análises editoriais profundas. Pulse Finance, o raio-x semanal de cada ativo, e Radar Cripto, a leitura do mercado.

Enquanto o bitcoin sobe sem grandes “alardes” no mercado, institucionais seguem acumulando, mas o impacto de demanda pode ser maior do que imaginamos

Após rentabilizar a carteira em +40% em dólar no último ano, as atualizações chegam ao fim.

Após dobrar o capital da carteira no último ano, as atualizações chegam ao fim, mas a leitura de mercado e rastreamento on-chain serão ainda mais precisos

A falta de catalisadores de curto prazo afasta a demanda especulativa, mas a demanda corporativa e institucional segue em alta.

Nesta semana, tivemos o lançamento oficial dos xStocks, tokens que representam ações e ETFs dos EUA diretamente na blockchain da Solana. A iniciativa, liderada por empresas como Kraken e Backend Finance, marca um passo importante rumo à integração entre mercados tradicionais e o universo cripto.

Indicadores técnicos e on-chain favorecem busca na máxima histórica, mas bitcoin ainda não rompeu estrutura de lateralização.

O primeiro semestre de 2025 foi marcado por alta volatilidade e um desempenho fraco das altcoins. Ainda assim, a carteira Altfolio segue superando tanto o S&P 500 quanto a Nasdaq.

Bitcoin faz mais um impulso de alta e rompimento do canal de baixa pode marcar o início de uma nova pernada, mas ainda há um componente faltando.

Bitcoin sobrevive a mais uma crise geopolítica e carteira levanta caixa com alerta na baixa atividade on-chain.

Mesmo em um cenário de aversão ao risco, a Solana se destaca com forte crescimento on-chain e aumento na adoção. A rede alcançou recordes em atividade, receita e número de validadores, consolidando-se como uma das principais blockchains do mercado.

Com recuperação ocorrendo, negociação off-chain é predominante, mas falta de demanda na rede pode trazer novos desafios no curto prazo

Lateralização persiste com queda na demanda on-chain, cenário macro com falta de catalisadores e investidores ofuscados por incertezas geopolíticas.

Apesar do ruído geopolítico e constante incerteza sobre tensões no oriente médio, bitcoin permanece respondendo ao crescimento da liquidez e inflação monetária, algo que não será diferente desta vez.

Nova crise geopolítica pausa subida do bitcoin e levanta incertezas, mas estrutura de mercado segue apontando continuação de alta no médio prazo.

A carteira Altfolio continua superando o S&P 500 e a Nasdaq, mesmo em um cenário em que as altcoins não apresentam grande performance.

A onda de adoção corporativa está redefinindo a estrutura de alocação de capital empresarial, mas isto parece ser apenas o começo de uma tendência que mudará para sempre o bitcoin.

Apesar do choque de volatilidade ter chegado, a carteira segue posicionada para atravessar os ciclos de longo prazo, e, agora, também os ciclos de curto prazo.

Neste relatório, abordamos mais a fundo a dívida dos EUA e como um Estado soberano se tornou dependente do endividamento.

Apesar de já termos uma lista extensa de indicadores de ciclo de longo prazo, ainda nos faltava uma estrutura de rastreamento do ciclo mais imediato, algo que iremos abordar neste relatório.

Bitcoin pode ter encontrado topo local, mas sinalizações on-chain ainda não apareceram, dando margem para uma última expansão de preços antes de um novo período prolongado de contração.

O mercado de RWA e o mercado financeiro tradicional estão gradualmente se integrando, e essa convergência tende a trazer benefícios significativos para os investidores do ecossistema cripto.

A preferência institucional, aliada com mudanças estruturais e uma diluição do capital em altcoins tornou a exposição ao bitcoin uma questão de sobrevivência.

A Carteira Altfolio teve uma semana de lateralização, mas mantém o foco em capturar oportunidades de rentabilidade nos próximos meses.

Bitcoin faz máxima histórica e impulsiona a carteira, mas esse parece ser só o começo de uma redefinição na dinâmica de alocação macroeconômica.