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Bitso anuncia carteira virtual para Web3 e não descarta ideia de blockchain L2 no futuro

Daniel Vogel, CEO Global da Bitso, comenta ao BlockTrends que não descarta a ideia de um blockchain layer 2 (L2) próprio no futuro, como a Coinbase construiu a Base.

A Bitso lança nesta quarta-feira (9) seu novo produto, uma carteira própria para a Web3. Desse modo, a wallet visa embarcar usuários Bitso para o ecossistema mais intrìnssecos do mercado cripto. Ademais, Daniel Vogel, CEO Global da Bitso, comenta ao BlockTrends que não descarta a ideia de um blockchain layer 2 (L2) próprio no futuro, como a Coinbase construiu a Base.

As blockchains L2s, como a da Base, são redes adjacentes a um blockchain principal como a Ethereum. Elas servem majoritariamente para escalar transações, que não seriam tão escaláveis em redes mais movimentadas.

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“Obviamente nós estamos olhando para o que a Base fez, o layer 2 da base, e nós achamos muito interessante. É algo que nós estamos ativamente olhando. Nós conseguimos fazer muitas coisas muito boas do ponto de vista de UX. E eu acho que nós podemos, potencialmente, ajudar muito, fazer isso ser mais intuitivo e fácil”, comentou.

Apesar de não ter código aberto, a carteira virtual tem integração ao aplicativo e poderá receber e enviar criptomoedas entre diversas blockchains, como Ethereum, Arbitrum e outras L2s.

A carteira tem a infraestrutura para se conectar com aplicativos da Web3. Assim, visando habilitar as pessoas a interagirem com dApps (aplicativos descentralizados) e gerenciarem ativos digitais como criptomoedas, NFTs e outros tokens.

Ademais, em seu lançamento, a Bitso Web3 Wallet suporta 5 redes (Ethereum, Polygon, Arbitrum, Base e Optimism). A ferramenta também permite acesso a mais de 2 mil tokens, através de swaps, com os preços mais competitivos do mercado, segundo a empresa.

Web pode mudar completamente o sistema de pagamento global, diz CEO

Durante coletiva de imprensa, Vogel explica o motivo de acreditar que a Web3 pode mudar significativamente o sistema de pagamentos global. “Eu acho que o mundo Web3 e o mundo descentralizado terão implicações massivas em volumes cross-border globais”, diz.

“Se você olhar como as transações cross-border funcionam hoje, existem diferentes pools de liquidez que são desagregados. Quando você está trazendo pares de moedas, você vai para um pool de liquidez para tentar fazer essa transação”. “Mas é meio louco no sentido de que há muitos pools de liquidez, que estão em todos os lugares, e você tem acesso a alguns e não tem acesso a outros”, complementa.

Ao contrário do ecossistema Web3 que, conforme o CEO, quando se trata de transações cross-border, existirá muita transparência e melhor descoberta de preços nesses pools de liquidez.

“Estamos longe, mas se eu pensar que onde deverá estar o mundo em 10 anos, eu definitivamente acredito em um mundo em que há muito mais stablecoins, e elas serão trazidas em pools de liquidez que vivem em blockchains. Ao meu ver, será possível fazer transações de forma muito mais fácil”, diz.

Tendo citado a importância do Drex momento antes, Vogel complementa que também enxerga um futuro onde as stablecoins farão conexão entre a Web3 e o mundo financeiro tradicional. “Então, nós fazemos muito desse trabalho nós mesmos, mas eu acredito que no futuro isso vai parecer muito mais nativo”, comentou.

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