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4 criptomoedas para ficar de olho no segundo semestre de 2023, segundo analista

Na opinião de Tasso Lago, especialista de criptomoedas, a temporada de alta das criptomoedas menores, mal começou.

4 criptomoedas para ficar de olho no segundo semestre de 2023, segundo analista
Logos of the main cryptocurrencies Bitcoin, Ethereum, Binance, Cardano, Ripple, Dogecoin, Tether, Solana, Polkadot falling onto a table. Copy space.

O Bitcoin (BTC) continua em sua luta, incansável, para se manter acima de US$ 30 mil. Contudo, algumas altcoins já reverberam ganhos, e refletem o otimismo do mercado de criptomoedas. No começo do mês, a BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, trouxe tais eventos ao solicitar a criação de um ETF de Bitcoin à vista.

Na opinião de Tasso Lago, especialista de criptomoedas e fundador da Financial Move, a altseason, temporada de alta das criptomoedas menores, mal começou.

“Temos perspectivas de uma altseason em breve. É esperado que o Bitcoin faça mais uma onda de alta, em direção aos US$ 35 a US$ 40 mil, com isso as altcoins tendem a performar positivamente”, afirma.

Altseason à vista

Desde o início do ano, o Bitcoin trouxe para o mercado quase US$ 400 bilhões. Portanto, o analista diz que o mercado tem liquidez. Contudo, a dominância ainda prevalece com o Bitcoin, mas tende a migrar para as altcoins em breve.

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Valor de mercado de criptomoedas desde o início do ano. (Fonte: CoinMarketCap)

Segundo sua avaliação, é comum em ciclos desse mercado que o Bitcoin registre um aumento inicial, seguido pelo redirecionamento desse dinheiro para moedas menores, as quais têm potencial de proporcionar lucros até 10 vezes maiores do que o próprio Bitcoin.

Além disso, Lago ressalta que, em sua opinião, a época de fazer muito dinheiro com Bitcoin já passou. Entre as altcoins para ficar de olho, ele elenca JOE, GMX, UNI, e a AAVE. Com maior destaque para a JOE, que está tendo um aumento na base de usuários interagindo com o protocolo.

JOE é a criptomoeda referente à Trader Joe, maior corretora descentralizada (DEX) da Avalanche (AVAX). A estrutura da blockchain opera com um sistema modular, onde as camadas separadas se comunicam entre si para realizar as validações das transações.

Por sua vez, a UNI corresponde à principal DEX da Ethereum (ETH), maior rede de contratos inteligentes do mercado, com o segundo maior token em valor de mercado. Dessa forma, a AAVE também se destaca na lista de Lago. O criptoativo é utilizado no protocolo de mesmo nome. Nesse sentido, a Aave oferece serviços de finanças descentralizadas (DeFi).

Por fim, a GMX também é uma DEX. No entanto, ela permite a realização de negociações de futuros perpétuos de criptomoedas com alavancagem de até 50X. O protocolo é desenvolvido tanto em Arbitrum quanto em Avalanche.

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Sobre o autor
Leonardo Rubinstein
Jornalista formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Repórter, e autor do livro "2020: O Ano que Não Aconteceu". Escreve sobre criptoativos, tokenização, Web3 e blockchain, além de matérias na editoria de tecnologia, como inteligência artificial, Real Digital e temas semelhantes. Já cobriu eventos como Consensus, LabitConf, Criptorama e Satsconference.
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