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Worldcoin diz que permitirá que empresas e governos usem tecnologia; projeto é banido no Quênia

As afirmações são de um gerente sênior da empresa por trás do projeto em conversa com a Reuters.

A Worldcoin expandirá suas operações para inscrever mais usuários globalmente. Além disso, a empresa também visa permitir que outras organizações usem sua tecnologia de digitalização de íris e verificação de identidade. As afirmações são de um gerente sênior da empresa por trás do projeto em conversa com a Reuters.

O projeto foi cofundado pelo CEO da OpenAI Sam Altman, e lançado na semana passada. A ideia central do projeto é de criar uma economia global única. Para isso, os usuários precisarão se cadastrar, e verificar suas identidades, na plataforma do projeto.

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Desse modo, os usuários interessados deveriam registrar sua íris em troca de um ID digital. Além disso, em troca receberão a criptomoeda nativa, WLD, descrita como “moeda livre” utilizada em uma “rede de identidade e financeira”. O processo é feito através de “Orbes”, operados de forma descentralizada pelo mundo.

A Worldcoin levantou US$ 115 milhões de investidores de capital de risco, incluindo Blockchain Capital, a16z, Bain Capital Crypto e Distributed Global em uma rodada de financiamento em maio. A empresa também recebeu financiamento do ex-executivo da FTX, agora em julgamento por fraude financeira, Sam Bankman-Fried.

A Worldcoin diz que 2,2 milhões já se inscreveram, principalmente durante um período experimental nos últimos dois anos. Os vigilantes de dados na Grã-Bretanha, França e Alemanha disseram que estão analisando o projeto.

“Estamos nessa missão de construir a maior comunidade financeira e de identidade possível”, disse Ricardo Macieira, gerente geral da Europa na Tools For Humanity, a empresa sediada em São Francisco e Berlim por trás do projeto.

Macieira disse que o Worldcoin continuaria implementando operações na Europa, América Latina, África e “todas as partes do mundo que nos aceitarão.” Nesse sentido, o site da Worldcoin menciona várias aplicações possíveis. Incluindo a distinção entre humanos e inteligência artificial, permitindo “processos democráticos globais” e mostrando um “caminho potencial” para a renda básica universal.

Worldcoin banido no Quênia

Contudo, o projeto foi banido no Quênia, conforme anunciou o Ministério do Interior do Quênia em um comunicado compartilhado no Facebook nesta quarta-feira (2). Ademais, o país representa uma fatia relevante de usuários da nova criptomoeda, e já conquistou centenas de milhares de clientes, segundo a empresa.

“O governo está preocupado com as atividades em andamento de uma organização que se autodenomina ‘WORLD COIN’, que está envolvida no registro de cidadãos por meio da coleta de dados do globo ocular/íris”, disse o Ministro Kithure Kindiki em comunicado.

Acrescentou: “Portanto, o governo SUSPENDEU imediatamente as atividades de ‘WORLD COIN’ e qualquer outra entidade que possa envolver o povo do Quênia de maneira semelhante até que os órgãos públicos relevantes certifiquem a ausência de quaisquer riscos para o público em geral.”

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