Bitcoin rompe resistência e ruma à renovação de máximas históricas. Trump abre abismo de vantagem contra Kamala
Historicamente, o mês de outubro é um mês que traz altas. Não à toa, recebeu o apelido de “uptober’, ‘up’ do verbo subir em…
Historicamente, o mês de outubro é um mês que traz altas. Não à toa, recebeu o apelido de “uptober’, ‘up’ do verbo subir em…
ETFs de Bitcoin (BTC) registraram entradas de US$ 555 milhões ontem. Trata-se do maior volume em mais de 4 meses.
O Bitcoin puxa as altcoins, criptomoedas alternativas, que também começam a semana no positivo em sua maioria.
Tanto nos EUA, como na China os dados apontam para um desafrouxamento no aperto monetário, e até estímulos na economia.
O índice de medo de Wall Street, o VIX, caiu para 23. Desse modo, oferece sinais positivos para ativos de risco, incluindo criptomoedas.
A última vez que isso aconteceu, em março de 2020, durante a COVID, o Bitcoin caiu 37%, para US$ 5.000.
Após fortes liquidações o Bitcoin recua mais de 5%, e o preço em dólar vai abaixo de US$ 63 mil.
Se a reunião do Federal Reserve, BC dos EUA, correr de acordo com as expectativas do mercado, eles manterão novamente as taxas de juro…
Conforme Cauê Oliveira, analista onchain do BlockTrends PRO, o volume de vendas dos traders de curto prazo já esgotou-se.
A criptomoeda ainda está 8,3% abaixo de sua máxima histórica em dólares.