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Economia

EUA aprovam gasto de $790 bilhões para reduzir inflação.

Novo pacote do governo americano prevê gastos e incentivos fiscais para energia e saúde.

Com a maior inflação no país desde a crise do petróleo em 1979, o governo americano busca culpados e apresenta suas soluções.

Nesta semana, o presidente Biden deve sancionar um projeto de $790 bilhões, chamado de “Ato de Redução da Inflação”, que prevê, dentre outras medidas, reduzir em 40% as emissões de CO2 dos EUA até 2030.

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O pacote anunciado pelo governo americano deve ser mais um estímulo à economia, que se soma ao plano de investimentos em infraestrutura, da ordem de $3 trilhões em 10 anos.

Segundo o Ato, o governo deve destinar $393 bilhões em créditos para energias renováveis, $37 bilhões para indivíduos que adotem energia solar em suas residências.

O custo de energia, em especial combustíveis, tem sido apontado como o grande vilão do CPI, o índice de inflação americano, que chegou a 8,1% em 12 meses no acumulado de Junho.

Para o governo, a aposta deve ser em redobrar os esforços para reduzir a dependência do petróleo. 

O plano prevê ainda gastos da ordem de $422 bilhões em subsídios e benefícios tributários para saúde, reduzindo o avanço da inflação médica, um problema crônico nos EUA.

Na prática, o governo americano gasta $2 trilhões anuais em saúde, valor superior ao PIB brasileiro. Famílias e empresas gastam outros $2 trilhões, totalizando o maior gasto em saúde no planeta.

O plano de Biden prevê ainda o aumento de imposto corporativo básico para 15%, em uma medida que pode arrecadar $468 bilhões.

A expectativa é de que o governo reduza seu déficit para $331 bilhões anuais, ou 1,4% do PIB. O feito, porém, deve ocorrer apenas em 2031.

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