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10 ideias que o CEO da Coinbase compraria, segundo ele mesmo

A publicação provoca que os leitores participem do programa “Coinbase Ventures”, o programa de aceleração da corretora de criptomoedas.

Brian Armstrong, CEO da Coinbase, publicou nesta quarta-feira (30) um artigo em que descreve os dez casos de uso que ele enxerga maior tração no mercado cripto para o futuro, e que investiria seu dinheiro. O artigo intitulado “Request for Builders: Startups I Would Build Today” foi escrito, publicado no blog da Coinbase e está disponível no YouTube.

A publicação provoca que os leitores participem do programa “Coinbase Ventures”, o programa de aceleração da corretora de criptomoedas. Conforme coloca, a Coinbase Ventures realizará um encontro ainda este ano, para reunir 20 a 30 dos principais construtores e aspirantes a construtores do ecossistema.

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O CEO da Coinbase discorre sobre o futuro das startups de criptomoedas e as oportunidades que ele vê no espaço. Entre os principais pontos, Armstrong comenta sobre Flatcoins, identidade e anúncios Onchain. Além disso, ele também comenta suas perspectivas sobre o mercado de trabalho que pague em criptomoedas.

Teses de Brian Armstrong

No que tange às Flatcoins, Armstrong discute a ideia de criar uma melhor forma de dinheiro habilitada por cripto. Ele sugere uma moeda que seja totalmente descentralizada e que rastreie os preços ao consumidor para preservar o poder de compra. Para ele, o Bitcoin é considerado o padrão ouro da internet, e é ótimo como moeda.

No entanto, muitos hesitam em gastá-lo devido ao seu potencial de valorização. Por sua vez, as stablecoins lastreadas em moedas fiduciárias são um passo intermediário, mas sofrem de inflação e confisco, assim como o dinheiro fiduciário.

A proposta do CEO da Coinbase é criar uma criptomoeda melhor, totalmente descentralizada e resistente à censura, que rastreie os preços ao consumidor (por exemplo, CPI nos EUA) para preservar o poder de compra. Pode ser necessário lastrear essa moeda com uma cesta de ativos ou usar uma abordagem algorítmica, segundo comenta.

Já na questão de reputação Onchain, a ideia é criar um protocolo descentralizado que atribua uma pontuação de reputação a cada endereço ou nome ENS com base em dados onchain, semelhante ao PageRank.

“Agora temos identidade descentralizada com ENS, mas como sabemos em quem confiar? Como sabemos se um comerciante é confiável? Ou se estamos enviando para o verdadeiro artista?”, questiona.

Mercado de trabalho descentralizado

Portanto, sua próxima ideia é de anúncios Onchain. O CEO da Coinbase prevê uma evolução do modelo de publicidade na Web3, onde os anunciantes pagariam apenas quando alguém tomasse uma ação onchain.

“Imagine se qualquer contrato inteligente pudesse expor alguns metadados sobre quanto está disposto a pagar para enviar os usuários a uma chamada de função. Essa chamada de função poderia receber um endereço de referência e pagar uma comissão definida. A indexação de todos os contratos inteligentes que suportam este padrão de anúncio criaria um inventário de anúncios”, escreve.

Desse modo, outra tese expota por Armstron é a formação de Capital Onchain. Ele destaca a necessidade de uma plataforma que facilite a captação de recursos de forma legítima e confiável, combinando características do Stripe Atlas e AngelList na Web3.

Contudo, o pagamento também deveria migrar para criptomoedas, segundo defende o CEO da Coinbase. A tese de mercado de trabalho/tarefas para Cripto expõe a proposta de criar um mercado global para trabalho que pague em criptomoedas.

“Uma grande barreira para um mercado de trabalho mais global é a dificuldade de encaminhar pagamentos a indivíduos além-fronteiras. Por que não ajudar a criar um mercado de trabalho mais global e livre”, escreve.

Ademais, outra tese é a privacidade para segunda camadas,  ou Layer 2. Nesse sentido, Armstrong enfatiza a importância de trazer privacidade para soluções de Layer 2. “Há muitos casos em que a transparência é uma característica, mas as pessoas não querem que a maioria das transações na economia sejam públicas.”

O CEO da Coinbase continua suas teses falando sobre exchanges P2P totalmente Onchain. Desse modo, ele sugere a criação de uma exchange P2P descentralizada que funcione totalmente onchain.

Além disso, jogos Onchain também chamam a atenção do CEO. Armstrong acredita que ainda estamos no início de como a criptomoeda pode ser intersectada com jogos, permitindo que os jogadores realmente possuam os itens que coletam e usam nos jogos.

Tokenização e estruturas de governança

A penúltima tese do CEO da Coinbase aborda sobre tokenização de ativos do mundo real. Ele vê um futuro onde muitas formas de ativos serão manifestadas em redes blockchain abertas e sem permissão.

Por fim, Armstrong escreve sobre software para iniciar e gerenciar estados de rede. Ou seja, ele destaca a necessidade de ferramentas para gerenciar estados de rede, incluindo votação, governança, arrecadação de fundos e outros.

“Serão criados mais estados em rede e estes precisam de ferramentas para gerir a votação, a governação, a angariação de fundos, a cidadania, a cobrança de impostos, a prestação de serviços e muito mais. Pensando bem, este software pode ser útil para muitos tipos diferentes de cidades e comunidades iniciantes”, finaliza.

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