Blockchain

Jovem coloca a própria alma a venda em NFT por R$14 milhões

Um estudante sueco decidiu colocar a própria alma a venda em formato NFT, agora colhe o resultado.

O jovem estudante sueco Stijn van Schaik, de 21 anos, publicou uma nova oferta na plataforma de NFT OpenSea: a sua própria alma.

Na descrição, Stijn enumera uma série de opções que o comprador possa ter ao adquirir o bem intangível, como alegar publicamente ser dono da alma em questão, além de poder transferir, sacrificar ou doar sob quaisquer motivos.

A oferta do estudante sueco está aberta a leilão, e neste momento já supera os 1 mil Ethereum, o que equivale a cerca de $3,4 milhões, ou R$14 milhões.

Ainda segundo o estudante, caso a alma em questão não exista, sob quaisquer motivos religiosos, o contrato ainda assim permanece válido, o que transfere o risco inteiramente para o comprador.

A prática não é tão incomum. Em janeiro deste ano o indonésio Ghozali Ghozalu, de 22 anos, ficou milionário após vender selfies próprias. Na ocasião, a foto mais barata saiu por $1,5 mil.

Já um outro estudante, também de 22 anos, buscou leiloar a si mesmo. O resultado, porém, foi um total de zero ofertas.

O que é NFT?

A sigla NFT é referente ao termo “Non-Fungible Token”, que significa “Token não fungível”, ou seja, são tokens impossíveis de serem copiados. Tokens são como criptomoedas que são abrigadas em blockchains externas, como a do Ethereum, portanto, um NFT é basicamente um item digital facilmente negociável que representa determinada imagem, uma espécie de selo de autenticidade digital. 

A maioria dos NFTs são abrigados na blockchain do Ethereum, sendo comercializados via plataformas DeFi. O setor apresentou um gigantesco crescimento nos últimos meses, com o mercado de NFT OpenSea ultrapassando US$1 bilhão em volume de negociação mensal. 

Eles têm sido amplamente utilizados como uma forma de se comercializar arte digital, dos mais diversos estilos imagináveis. 

Embora pareça uma grande idiotice, existem investimentos análogos no mundo real, diferindo apenas no fato de serem itens materiais. Por exemplo, colecionadores de cartas do anime Pokémon chegam a desembolsar milhares de dólares por cartas com um nível de raridade alto. 

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