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Elon Musk quer banir iPhone de empresas e sugere criação de ‘celular com Grok’

Musk sugeriu a criação de um celular da Tesla, e que funcione com Grok, a IA de sua empresa x.Ai.

Elon Musk quer banir iPhone de empresas e sugere criação de ‘celular com Grok’

Após o anúncio da parceria entre a Apple e a OpenAI, empresa por trás do ChatGPT, o bilionário Elon Musk afirmou que irá banir o iPhone de sua empresa. A motivação do homem mais rico do mundo, e fundador de empresas como Tesla, SpaceX, Neuralink, Starlink, é devido a OpenAI roubar dados dos usuários, conforme ele acusou diversas vezes.

“Se a Apple integrar a OpenAI a um nível operacional em seu sistema, então vou banir os aparelhos das minhas empresas. Essa é uma violação de segurança inaceitável”, afirmou em publicação em seu X, antigo Twitter.

Além de banir os aparelhos Apple de suas empresas, Musk sugeriu a criação de um celular que funcione com Grok, a IA de sua empresa x.Ai. Atualmente o Grok funciona através do Twitter, que é também por onde busca uma extensa gama de informações. A provocação sobre o novo celular teve início com uma publicação de Mike Benz, onde pedia para Musk criar seu próprio celular.

Ao passo que Elon Musk viu a provocação, e respondeu em tom mais sério que um concorrente ao iPhone seria uma possibilidade. “Se a Apple realmente integrar spyware de IA ‘woke’ em seu sistema operacional, talvez seja necessário fazer isso!”, diz.

Musk vs OpenAI e iPhone

A briga entre Elon Musk e Sam Altman, CEO da OpenAI, não é de hoje. Na realidade, Elon Musk foi um dos co-fundadores da OpenAI no começo da startup, mas saiu antes da venda para a Microsoft. Desse modo, sua disputa com a empresa de IA é exatamente ao redor disso. Para Elon Musk, a empresa não nasceu com o intuito de visar fins financeiros.

Contudo, após sair do quadro de sócios a empresa “tomou um rumo completamente diferente”, segundo Musk. Agora, há alguns meses, o homem mais rico do mundo segue alfinetando a empresa do ChatGPT.

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Leonardo Rubinstein

Sobre o autor

Leonardo Rubinstein

Jornalista formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Repórter, e autor do livro "2020: O Ano que Não Aconteceu". Escreve sobre criptoativos, tokenização, Web3 e blockchain, além de matérias na editoria de tecnologia, como inteligência artificial, Real Digital e temas semelhantes. Já cobriu eventos como Consensus, LabitConf, Criptorama e Satsconference.

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