Blockchain

Coinbase vai reportar nome e endereço de quem transferir Cripto no Canadá e outros países

Transferências em cripto deverão ser preenchidas com nome do destinatário pelos usuários da Coinbase no Canadá, Singapura e Japão.

Maior corretora dos EUA e somando 86 milhões de usuários ao redor do mundo, a Coinbase anunciou hoje que irá repassar aos governos do Canadá, Singapura e Japão, nome e endereço de usuários que transferirem cripto.

Segundo a exchange, a medida faz parte da legislação dos países citados e deve começar a valer em abril.

Ainda segundo a exchange, a medida valerá apenas para usuários que decidirem transferir criptoativos, não valendo portanto para quem negociar criptos dentro da plataforma.

Em resposta aos investidores que questionam a medida, dado o caráter descentralizado das criptos, a empresa afirmou que “sempre iremos lutar pelo que acreditamos que as leis deveriam ser, a despeito de continuarmos a seguir a legislação vigente”.

Sem presença no Brasil, a Coinbase estaria de olho na compra da Mercado Bitcoin, segundo reportou o Estadão. Por aqui, o “MB” possui 4 milhões de clientes e movimentou o equivalente a R$40 bilhões em 2021. Já a Coinbase movimentou $537 bilhões apenas no último trimestre do ano.

Também no Canadá, a Coinbase deve passar a reportar transações que somem mais de mil dólares canadenses em cripto.

O que é o Bitcoin?

O Bitcoin é a primeira e maior criptomoeda do sistema financeiro global e traz consigo uma estrutura caracterizada principalmente pela sua altíssima complexidade. Mesmo assim, entender o Bitcoin e seus propósitos não é uma tarefa difícil.

De forma simples, o Bitcoin nada mais é do que um protocolo que fornece a possibilidade de criação de uma carteira digital que move dinheiro de forma totalmente virtual. 

A partir dele, você pode armazenar e transacionar valor de forma ponto a ponto (P2P), sem a necessidade de terceiros para auxiliar na realização da transação, como ocorre no mundo financeiro tradicional. 

A essência da rede se dá pela sua descentralização e por ser um código aberto, qualquer pessoa pode ter acesso ao livro razão do Bitcoin, onde todos os saldos de todos os endereços da rede constam (de forma totalmente criptografada). 

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