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Venezuela se tornará o país mais pobre da América Latina em 2022 prevê FMI

Dona das maiores reservas de petróleo do planeta, a Venezuela viu sua economia encolher 79% nos últimos 8 anos. O maior colapso econômico de uma nação na história.

Na Miami dos anos 60, uma categoria de clientes se tornou famosa pela gastança, ganhando o apelido de “dá-me dos”.

A sanha consumista dos venezuelanos que passeavam pelos EUA, tinha uma razão bastante clara: o país era detentor das maiores reservas de petróleo do planeta.

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Na foz do rio Orinoco, a estatal venezuelana produzia mais petróleo do que qualquer outro país até então.

Na ponta do lápis, os venezuelanos se tornaram o 4º país de maior renda per capita do mundo em 1956, cerca de 30 anos após a descoberta do petróleo.

Tamanha riqueza, porém, sofreu por décadas em meio a uma tradição da América Latina, a instabilidade política.

Governos sociais democratas e conservadores lutaram para impor sua visão política, gerando períodos contraditórios no país.

Como os demais latinos, a Venezuela também sofreu em meio a “década perdida”, os anos 80.

Ainda assim, ostentava um PIB per capita relativamente elevado para a região, em $12 mil dólares, quando Hugo Chávez foi eleito presidente.

O período chavista não se distanciou tanto dos demais países da região, com um apelo populista sustentado pelo petróleo em meio ao Boom das Commodities, o governo expandiu gastos.

A estatal PDVSA, entretanto, acabou sendo loteada para agradar militares e manter o regime no poder.

O caso se acentuou com a morte de Chavez e o governo de Nicolás Maduro.

Desde 2014 a economia venezuelana entrou uma espiral negativa. Com militares dominando as estatais e sem investimentos em modernização, a produção de petróleo saiu de 3 milhões de barris diários para menos de 500 mil.

Os gastos sociais, porém, se mantiveram, financiados por impressão de dinheiro, o que acentuou a inflação no país.

Entre 2014 e 2022, a Venezuela terá completado 4 anos de hiperinflação, além de uma queda de 79% no PIB.

Trata-se do maior colapso já visto em uma nação, exceto casos de guerra. O valor supera por larga vantagem a grande demissão americana de 1929, que derrubou o PIB em 28%.

Cerca de 76% da população vive hoje na pobreza.

Agora, segundo o FMI, o país deverá atingir um PIB per capita de $1610, menor do que o Haiti, se tornando assim o país mais pobre das Américas.

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