Fundada no dormitório de Harvard, a rede social é hoje uma empresa de quase $1 trilhão em valor de mercado que conecta pessoas, e principalmente negócios ao redor do planeta.
Some os 3 estados da região sul do Brasil, ou o estado de São Paulo, e o que você tem? Se a pergunta for referente ao PIB, a resposta é basicamente: o Facebook.
A rede social fundada por Mark Zuckerberg e o brasileiro Eduardo Saverin (a pessoa mais rica do Brasil com uma fortuna estimada em R$97,5 bilhões), tornou-se parte essencial de pequenos e grandes negócios.
Por meio de suas 3 principais redes: o Facebook, o Instagram e o WhatsApp, a plataforma conecta 3,5 bilhões de pessoas, ou metade da população mundial.
Sua importância é tamanha que apenas seus investimentos na América Latina devem gerar cerca de 178 mil empregos na região nos próximos 5 anos.
Trata-se de um ambiente no qual empresas, da Coca-Cola à padaria da esquina, encontram consumidores e fecham negócios.
A ferramenta é parte central dos $13,8 bilhões que influencers fazem anualmente em redes sociais (e que em 2016 era $1,6 bilhão).
A queda das redes sociais ocorre após polêmicas envolvendo o Facebook e um conteúdo considerado “tóxico”.
A empresa teria negligenciado estudos internos que apontam a disseminação de um conteúdo considerado como “incitação ao ódio”, além de dar passe livre a perfis que violaram suas regras.
O caso obrigou o Facebook, novamente, a dar explicações ao congresso americano, onde o próprio Mark Zuckerberg esteve no último ano.
O crescimento da empresa, como boa parte das Big Techs, possui efeitos econômicos positivos, mas causa preocupação, seja pelo poder das gigantes da tecnologia sobre a vida das pessoas e seus dados, ou pela nossa própria dependência de ecossistemas centralizados para nos relacionarmos.
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