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Millennials têm uma fortuna de US$12 trilhões. Fruto de esforço, dedicação e herança.

Geração nascida entre o início dos anos 80 e meio dos anos 90 agora possui fortuna de US$12 trilhões. E boa parte deste valor está em cripto

Um estudo realizado pelo FED, o Banco Central americano, no ano de 2013, apontou que os hábitos de consumo das gerações mais novas não se difere em nada dos seus pais, exceto por um detalhe: os jovens de hoje são mais pobres. 

Sabe aquele meme sobre como a vida ficou “mais difícil”, dado que nossos pais possuíam casa, carro e família constituída aos 30? Essa pauta surge justamente em função da sociedade americana, e desta diferença. 

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Segundo o FED, os Millenials possuíam em 2013 um patrimônio equivalente a 5% da riqueza americana, enquanto seus pais possuíam 26% na mesma idade.

Pois este jogo está virando, graças a um fenômeno de transferência de riqueza jamais visto na história mundial. 

Segundo a Bloomberg, os Boomers devem transferir aos seus filhos e netos algo como US$50 trilhões até o ano de 2035.

Na prática, este valor equivale a mais de 20 vezes a riqueza total de um país como o Brasil.  Essa grana também supera a riqueza dos franceses, alemães e ingleses somados. 

Em uma análise publicada nesta semana, a revista de negócios Business Insider, mostrou o que talvez seja o gráfico mais impressionante que você verá em muito tempo.

Segundo a BI, o patrimônio da geração Millenial saltou de menos de US$1 trilhão em 2014, para atuais US$12 trilhões.

Quem são os Millenials?

Convém lembrar que a geração millennial é aquela nascida entre o início dos anos 80 e o meio dos anos 90.

São, na prática, os filhos da Geração Baby Boomer, ou da geração X, a geração silenciosa.

Em comum, os Millenials possuem um elevado grau de educação, garantido pelo aumento exponencial de acesso ao ensino superior (e uma consolidação da classe média urbana). 

Também se trata da geração que, ao entrar no mercado de trabalho, enfrentou a crise das pontocom (2001), do Subprime (2008-10) e a Covid (2020-21).

Em suma, trata-se de uma geração que enfrentou grandes turbulências e uma enorme dificuldade em formar patrimônio. Agora, graças a herança, este jogo virou.

Onde investem os Millennials

A grande transferência, como está sendo chamado este processo onde Boomers legaram aos seus filhos um patrimônio milionário, tem um efeito direto sobre os criptoativos.

O motivo está na preferência de investimentos.

Segundo a consultoria Policygenius’s, millenials e GenZ possuem um interesse maior por cripto do que em investimentos em ações, por exemplo.  Estima-se que 40% dos Millenials possuem Bitcoin.

A pesquisa também indicou que ambas as gerações se sentem tão confortáveis detendo cripto, quanto imóveis.

Impulsionada pela Covid19 e a melhoria de meios de comunicação, é provável que a migração para uma vida onde o home office se torne padrão, investimentos em imóveis tendem a ser vistos com maior cautela por essa geração.

Na prática, dada a escassez de criptoativos como Bitcoin e Ethereum, o aumento deste movimento de transferência de renda tende a pressionar o preço destes ativos, bem como de ações de tecnologia.

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