Blockchain

Ethereum pode passar o Bitcoin em 3 anos, estes são os motivos

Sendo a segunda maior criptomoeda do mundo em capitalização, o Ethereum pode superar o Bitcoin segundo Jason Urbano, executivo da Galaxy Digital.

Em janeiro de 2014, um então desconhecido desenvolvedor russo chamado Vitalik Buterin, divulgou para toda comunidade das criptomoedas um white paper contendo informações sobre uma plataforma descentralizada de desenvolvimentos de aplicações em blockchain.

Com a ideia de alavancar a tecnologia utilizada no Bitcoin para as mais diversas aplicações, Vitalik e toda a equipe de desenvolvimento do Ethereum lançaram a plataforma no dia 30 de julho de 2015. 

Sete anos depois, o token nativo da plataforma já possui a segunda maior capitalização do mercado de criptomoedas, com produtos regularizados correlacionados ao ativo já são negociados em bolsas locais, como o QETH11,
o 1º ETF de Ethereum da América Latina negociado na B3.

A ascensão de mais de 2.300% nos últimos 2 anos fez com que especialistas e figuras influentes do cenário cripto passassem a questionar a superioridade do Bitcoin.

Esse é o caso de Jason Urban, executivo da Galaxy Digital, uma holding que atua no setor de blockchain e ativos digitais.

Para Urban, o Ethereum possui uma boa perspectiva de crescimento e janelas de desenvolvimento das quais o Bitcoin é privado, possivelmente a criptomoeda.

Aqui listamos 3 tópicos que reforçam a tese de Urban:

Proof of Stake

Em um dos pontos mais levantados pelo executivo, ele destacou a maior facilidade do processo de institucionalização do Ethereum em relação ao Bitcoin, principalmente pela compatibilidade da agenda ESG com o Ethereum.

A estrutura de validação da rede Ethereum irá ser transacionada do Proof Of Work, modelo que exige um gasto energético alto, para Proof Of Stake, modelo que é mais amigável sob um ponto de vista ambiental.

Em suas próprias palavras: “Eles não vão criar uma criptomoeda mais compatível com ESG e isso levará as instituições a tal ponto que podemos ver mais dinheiro institucional entrando no Ethereum do que no Bitcoin por causa de todo o ângulo de consumo de energia.”

Escalabilidade

Outra questão abordada diz a respeito de aspectos estruturais de ambas as redes, que para Urban, favorecem o Ethereum.

Com um programa (ETH 2.0) que planeja aumentar a capacidade da rede e torná-la mais eficiente, a rede Ethereum deve dar longos passos no que diz respeito a escalabilidade, se tornando mais rápida e acessível perante a rede do Bitcoin. 

Aplicações

Por fim, Urban destacou que à medida que a comunidade global se educar sobre o funcionamento de plataformas em blockchain o sistema financeiro irá passar a dar o devido valor às diversas aplicações e projetos desenvolvidos sob a rede Ethereum.

Segundo ele: “À medida que as pessoas se tornam educadas no espaço e entendem qual é a proposta de valor da criptomoeda, elas começam a entender o poder dos contratos inteligentes que são a camada que tantas mentes brilhantes podem construir.’’

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