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Desenvolvedor propõe que IAs devam transformar US$100 mil em US$1 milhão para passar em novo teste de Turing

Com os rápidos avanços da IA, um novo teste de Turing é proposto pelo fundador da DeepMind, o braço da Google de inteligência artificial.


Mustafa Suleyman, fundador da DeepMind, propõe um novo teste de Turing. A DeepMind é agora parte da Google. Suleyman acredita que os avanços recentes em IA exigem essa mudança.

Ele argumenta que o teste atual pode ser ineficiente. Isso se deve à tecnologia de linguagem generativa, como os chatbots do Google e o ChatGPT. “Não está claro se este é um marco significativo”, disse Suleyman à Bloomberg.

Alan Turing criou o teste em 1950. O objetivo era distinguir computadores de humanos. Nesse sentido, teste envolvia uma conversa por texto com um humano e uma máquina. Em suma, se o avaliador não consegue distinguir entre os dois, o computador passa no teste.

O teste de Turing moderno

A linguagem generativa em inteligência artificial tem o objetivo de imitar uma conversa humana. O exemplo mais famoso é o ChatGPT, que impulsionou a corrida tecnológica neste ano.

Recentemente, uma pesquisa online da Ai21 Labs colocou os participantes à prova. Em suma, no jogo “Human or Not: A Social Turing Game”, os participantes tinham que decidir se estavam conversando com uma pessoa ou robô. Surpreendentemente, apenas 60% das vezes as pessoas acertaram ao interagir com um bot.

Diante desse cenário, Mustafa Suleyman, fundador da DeepMind, propõe um novo teste. O objetivo é identificar as ACI, ou “inteligências artificiais capazes”. Estas são máquinas que realizam tarefas complexas com mínima intervenção humana.

O desafiador teste proposto por Suleyman é inovador. Ele consiste em fornecer US$ 100 mil a uma IA e observar se ela pode transformar isso em US$ 1 milhão. Para tal, a IA deve realizar uma série de tarefas. Ela deve pesquisar oportunidades de negócios, gerar projetos, entender o mercado e encontrar um fabricante. Isso tudo em um site como o Alibaba. Em seguida, deve vender o produto na Amazon ou Walmart.com.

Suleyman prevê que a IA só ultrapassará esse limite nos próximos dois anos. De acordo com o desenvolvedor, “Não nos importamos apenas com o que uma máquina pode dizer, também nos preocupamos com o que ela pode fazer”, ressalta ele.

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