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WhatsApp, Instagram e Facebook demonstram na prática o problema da centralização

O caso volta a virar argumento para entusiastas da tecnologia de blockchain.

WhatsApp, Instagram e Facebook demonstram na prática o problema da centralização

A resposta da pergunta de muitos: não é a internet, o Instagram, WhatsApp e Facebook apresentam instabilidades com períodos fora do ar desde o começo da tarde desta quarta-feira (11/12). Os três aplicativos de redes sociais pertencem a Meta, de Mark Zuckerberg, o que é um indício de que o problema pode ser no servidor da empresa como um todo.

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Os relatos no X (antigo Twitter) de usuários que reclamam da queda das redes sociais já enchem a timeline. O WhatsApp, Instagram e Facebook seguem instáveis nas versões desktop e mobile. Em alguns momentos de sobrevida, um deles volta a funcionar mas pode apresentar problemas para publicação de conteúdo ou envio de mensagens.

Os registros de instabilidade começaram por volta das 14h40. Após esse horário, as notificações começaram a diminuir. Quem tenta mandar ou receber mensagens não consegue completar as ações.

O caso volta a virar argumento para entusiastas da tecnologia de blockchain. Isso porque a rede descentralizada com distribuição global evitaria o problema da centralização, que pode causar séros danos. Por exemplo, o Bitcoin, que usa essa mesma tecnologia e foi o pioneiro nisso, está no ar por 99% do tempo em seus 15 anos de existência.

Ainda não se sabe ao certo o problema que possa ter atingido a Meta. Contudo, já foi suficiente para reviver o meme “Caiu aí?”. A pergunta é referente aos usuários no X que questionam se o WhatsApp caiu ou é apenas sua internet.

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Leonardo Rubinstein

Sobre o autor

Leonardo Rubinstein

Jornalista formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Repórter, e autor do livro "2020: O Ano que Não Aconteceu". Escreve sobre criptoativos, tokenização, Web3 e blockchain, além de matérias na editoria de tecnologia, como inteligência artificial, Real Digital e temas semelhantes. Já cobriu eventos como Consensus, LabitConf, Criptorama e Satsconference.

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