Criptomoedas

Telefónica, gigante espanhola, usará Chainlink (LINK) para evitar fraudes

Uma integração interessante dentro dessa parceria é o uso das Funções Chainlink com a API GSMA Open Gateway SIM SWAP, introduzida pela operadora Vivo (Telefónica Brasil).

Telefónica, gigante espanhola, usará Chainlink (LINK) para evitar fraudes

O mundo tradicional acaba de anunciar mais uma integração com blockchain, ou Web3, nesta quinta-feira (15). Desse modo, a gigante das telecomunicações espanhola, Telefónica, escolheu a Chainlink para conectar seus sistemas à Polygon. 

Conforme anunciou a empresa, a Telefónica utilizará os produtos da Chainlink para verificar dados de várias fontes com a API GSMA Open Gateway SIM SWAP. Por exemplo, no Brasil, a Telefónica já está usando essa integração para verificar o status de segurança dos cartões SIM em um esforço para prevenir fraudes.

Uma integração interessante dentro dessa parceria é o uso das Funções Chainlink com a API GSMA Open Gateway SIM SWAP, introduzida pela operadora Vivo (Telefónica Brasil). 

Segundo o comunicado: “Essa integração não apenas aprimora a segurança das transações. Mas também introduz uma camada extra de segurança às transações blockchain. Desse modo, permitindo que contratos inteligentes façam solicitações de informações à API. Por fim, garantindo que o cartão SIM de um dispositivo não sofreu alterações não autorizadas.”

Johann Eid, diretor comercial da Chainlink Labs, expressou entusiasmo com a colaboração. Segundo diz, trazer as APIs OpenGateway da Telefónica para a blockchain com as Funções Chainlink desbloqueia casos de uso inovadores. Além de maior segurança para a indústria que, em última análise, “protege melhor os usuários e seus ativos.”

Yaiza Rubio, Diretora do Metaverso da Telefónica, diz que a Telefónica tem o prazer de fortalecer o relacionamento com o líder do setor Chainlink. “E também de apresentar o primeiro caso de uso da API GSMA Open Gateway SIM Swap, que nos posiciona como um facilitador da Web3 e nos permitirá acompanhar os desenvolvedores em direção à web do futuro.”

Compartilhar
Leonardo Rubinstein

Sobre o autor

Leonardo Rubinstein

Jornalista formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Repórter, e autor do livro "2020: O Ano que Não Aconteceu". Escreve sobre criptoativos, tokenização, Web3 e blockchain, além de matérias na editoria de tecnologia, como inteligência artificial, Real Digital e temas semelhantes. Já cobriu eventos como Consensus, LabitConf, Criptorama e Satsconference.

Continue scrollando para a próxima matéria…