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Blockchain

Startup usa blockchain para facilitar captação de empresas brasileiras no exterior

O trabalho, mesmo feito através de blockchain, busca trazer a infaestrutura do mercado tradicional.

O uso de blockchain para aplicações no mercado tradicional é uma realidade cada vez mais pragmática. Um exemplo prático disso, é o modelo de negócios da startup CREDIX. A empresa já atua há quase dois anos no mercado cripto, e seu co-fundador conta com trinta e cinco projetos de blockchain no mercado de capitais, conforme conta Chaim Finizola, co-fundador da startup, ao BlockTrends.

Inicialmente, a CREDIX utiliza, em sua maioria, blockchains públicas permissionadas para o modelo de negócios. Estes, por sua vez, ficam mais confortáveis com negócios em blockchains mais estruturadas.

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No modelo de negócios, a ideia da empresa é oferecer debêntures de empresas brasileiras para investidores estrangeiros. Desse modo, diminuir o custo de crédito para a ponta final.

“Nós, como empresa belga, começamos com um escritório em Nova Iorque, e aqui no Brasil também. Levantamos mais ou menos US$ 14 milhões de equity para devolver o produto e estamos com um time de trinta e quatro pessoas. Na América Latina, fizemos vinte e cinco operações, um total de mais de R$200 milhões. Além disso, trabalhamos com fintechs de crédito que fazem o financiamento dos seus clientes finais e têm que captar lá de fora”, diz.

Blockchain para globalizar o mercado de crédito

O trabalho, mesmo feito através de blockchain, busca trazer a infaestrutura do mercado tradicional. Conforme o co-fundador explicou, a startup realiza a operação emitindo uma debênture em conjunto com uma securitizadora. A “LLC” compra essa debênture e a oferece ao cliente final na empresa estrangeira da startup. Por fim, o cliente pode conectar sua carteira virtual, e adquirir o título por meio de USDC.

O cliente final recebe um token de pool de liquidez. Isso é, ao colocar dinheiro na LLC, o cliente acessa a uma gama de cotas, de fundos de crédito e às debêntures brasileiras, segundo Finizola.

“A gente já originou no mínimo US$ 40 milhões, nossa meta final esse ano vai ser passar de US$ 150 milhões. Mas tem muitos que são carteiras de trinta dias, sessenta dias. Então assim, em crédito, deve ser mais do que duzentos, trezentos milhões de dólares que já foram originados através dos nossos parceiros”, revela.

Quando perguntado sobre o motivo de focar no mercado de crédito brasileiro, Finizola responde que ele acredita que o país o atrai muito nesse aspecto. “É muito grande, e é difícil ter acesso ao mercado brasileiro porque ele é meio fechado. Tem um mercado de crédito bem interessante evoluído, mais top três custo de crédito do mundo, é bizarramente custoso. Por fim, tem uma explosão de fintechs de crédito e o Banco Central está muito a favor de tudo que está acontecendo, principalmente com o Real Digital, regulamentação e etc”, diz.

Por fim, Finizola frisa que os investidores têm dificuldade de exposição ao mercado de crédito nacional, e é algo que interessa bastante os investidores estrangeiros.

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