Blockchain

Segurança do Bitcoin atinge máxima histórica

Hashrate do Bitcoin, indicador que mostra a capacidade de processamento e segurança da rede, atingiu nova máxima em fevereiro.

O otimismo com o preço do Bitcoin levou a uma alta repentina do hashrate, o poder computacional do Bitcoin, que sustenta a blockchain e provê segurança.

Neste final de semana, a taxa saiu de 188,4 exahashes (EH/s), e atingiu 248,11 EHs, caindo  para 209,6 EH/s no domingo.

O número indica que apesar da queda de preço em janeiro, a rede de segurança do Bitcoin está mais protegida do que nunca, e costuma ser um bom indicativo de que os mineradores voltam a enxergar o ativo com potencial no curto e médio prazo.

Em janeiro, a rede havia sofrido uma queda em função do desligamento de operações de mineradoras no Cazaquistão, quando a internet no país foi desligada. Neste momento, a Rússia, terceiro país em potencial agregado à rede, apresenta certa incerteza, que ainda não dá sinais na própria rede.

Outro momento crucial para a rede foi o banimento de mineração na China, em 2021. A despeito da maior repressão, o Bitcoin acabou se recuperando em relação a este período em junho daquele ano.

Os sinais macro, que sustentam a retomada do interesse, parecem relevantes. A Rússia, em comunicado emitido pelo próprio Kremlin, vê um excedente de energia, a matéria prima para sustentação da mineração de Bitcoin, o que indica menor risco de proibições no ativo.

A maior inflação nos EUA desde 1982 também colaboram para um cenário otimista do Bitcoin, cuja tese central permanece na descorrelação com ativos tradicionais, e um “ouro digital”.

Neste momento o Bitcoin negocia a $42 mil, ou R$221,4 mil.

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