Perfil hater do Bitcoin segue tomando fumo de R$40 mil vendido em Bitcoin
Em outras palavras, a aposta do perfil é na queda de ativos que têm relação com Bitcoin. E agora está levando um fumo de R$ 40 mil por causa disso.
O perfil do X Lavender, @lavenderroute, atraiu bastante atenção por suas posições críticas ao Bitcoin (BTC) e por estratégias de short (venda a descoberto) contra ativos relacionados à criptomoeda. Agora ele enfrenta mais uma onda de perdas significativas em 2025.
Em outras palavras, a aposta do perfil é na queda de ativos que têm relação com Bitcoin. E agora está levando um fumo de R$ 40 mil por causa disso.
Um post compartilhado pelo perfil nesta terça-feira (20) revelou uma posição de short em dois ativos: HASH11 (ETF de criptomoedas) e QBTC11 (ETF de Bitcoin).
O portfólio acumula prejuízos de 10,02% e 44,31%, respectivamente, totalizando uma perda de R$ 40.032,19. Para o HASH11, o prejuízo foi de R$ 82,24, enquanto para o QBTC11, a perda atingiu R$ 39.949,95, refletindo a alta do mercado de criptomoedas.
A posição de Lavender e a crítica ao Bitcoin
A conta no X é bastante ativa, e frequentemente critica o Bitcoin. Basicamente, ele tem uma visão pessimista sobre o futuro da criptomoeda. Em uma thread do @satbitsat compartilhou uma captura de tela de sua carteira.
Na captura de tela, mostra posições de short nos ETFs HASH11 e QBTC11. O HASH11, que acompanha um índice de criptomoedas, apresentava um prejuízo de 10,02%, com uma posição de 50 cotas e uma perda de R$ 82,24 (valor de mercado de R$ 442,03 contra um custo de R$ 524,24).
Já o QBTC11, um ETF diretamente atrelado ao Bitcoin, mostrava um prejuízo mais significativo de 44,31%. Com 3.600 cotas e uma perda de R$ 39.949,95 (valor de mercado de R$ 50.004 contra um custo de R$ 89.953,95).
Portanto, a estratégia de @lavenderroute reflete sua visão de que o Bitcoin não é compatível com o crescimento econômico e está concentrado nas mãos de poucos, como expresso em seu post inicial no thread.
“Nenhum para as duas perguntas, os bitcoins não podem ser gerados e são limitados, o bitcoin não é compatível com crescimento econômico e ele está todo concentrado na mão de jovens americanos que mineraram em casa”. No entanto, os números de sua carteira mostram que essa visão crítica tem custado caro.
Sobre o autor
Leonardo RubinsteinJornalista formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Repórter, e autor do livro "2020: O Ano que Não Aconteceu". Escreve sobre criptoativos, tokenização, Web3 e blockchain, além de matérias na editoria de tecnologia, como inteligência artificial, Real Digital e temas semelhantes. Já cobriu eventos como Consensus, LabitConf, Criptorama e Satsconference.