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Opinião: Regulação garante mais benefícios para o mercado cripto

A regulação brasileira tem sido bastante animadora no que diz respeito a regulação de cripto. E há bons motivos para estar otimista.

Com o entusiasmo de compartilhar minhas reflexões sobre o cenário cripto, dou as boas-vindas a esta coluna inaugural na Blocktrends. Sou Fabricio Tota, executivo do Mercado Bitcoin (MB) desde 2018 e estudioso do mundo cripto desde 2013. Nossa jornada se volta para um terreno em expansão em que a regulação cripto vindoura, em especial aqui no Brasil, ganha destaque.

Assim como um diamante em suas múltiplas facetas, exploraremos como esses elementos intrinsecamente conectados podem impulsionar não apenas a adoção. Também buscamos moldar as práticas e os desdobramentos no universo cripto nacional. Como em todo novo empreendimento, vamos nos aprofundar nesses tópicos intrigantes. O objetivo aqui é trazer insights que nos ajudarão a compreender mais claramente e de forma informada, o cenário. Em boa medida, trazidos por mim, diretamente das trincheiras do mundo cripto.

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Nosso foco se estenderá além das criptomoedas renomadas, como Bitcoin e Ethereum, abrangendo também inovações impactantes: as stablecoins e o recém-batizado DREX – o novo nome do Real Digital do Brasil. Dentro deste ecossistema, a tokenização se destaca como uma força transformadora, abrindo novas perspectivas para os ativos reais e digitais. Estamos comprometidos em elucidar como esses componentes se entrelaçam, formando um panorama mais completo do cenário cripto nacional.

Sem mais delongas, vamos ao tema central deste primeiro artigo: a regulamentação setorial. O primeiro ponto a se considerar é que esse movimento não deve ser visto como um obstáculo, mas como uma bússola que guia práticas seguras e transparentes em um mercado ainda emergente.

Experiências em CBDCs

O DREX, por exemplo, apresenta uma oportunidade ímpar para promover boas práticas no universo cripto brasileiro. Com o Banco Central do Brasil direcionando tantos esforços para o Real Digital, digo, para o DREX, fica evidente o compromisso em estabelecer um ambiente regulatório propício à inovação. Compromisso compartilhado pelas dezenas de empresas que participam do piloto do DREX, como o próprio Mercado Bitcoin.

Frequentemente, Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, menciona a “migração para uma economia tokenizada”. Sem dúvida, uma moeda digital emitida pelo próprio Banco Central terá grande influência nessa transformação. O DREX carrega consigo potencialidades significativas para o mercado cripto, principalmente pela regulamentação que o circunda, abrindo caminho para a tokenização de ativos reais, uma tendência crescente no cenário global. Isso facilitará a representação digital de ativos como imóveis, títulos e commodities, democratizando o acesso a investimentos.

Além disso, a regulamentação dos atores desse ecossistema, esperada para o final deste ano ou começo de 2024, impulsionará a adoção de padrões de segurança e conformidade, fortalecendo a confiança no ambiente cripto como um todo. O ecossistema cripto, afinal, é um segmento que se beneficia das novas tecnologias, como a blockchain, para propor uma evolução nas transações, essenciais em qualquer economia.

A regulamentação não deve ser apenas um conjunto de regras; deve ser um catalisador para a inovação responsável. Trabalhando junto aos reguladores, a indústria cripto no Brasil pode criar um ambiente que incentive a inovação e proteja os consumidores. Todos ganham: consumidores, empreendedores, investidores e a sociedade como um todo.

E quais são as inovações que estão batendo à porta e serão mais beneficiadas por esse amanhã regulado que se avizinha? Futurologia não é meu forte, mas mesmo assim me aventuro…

Stablecoins.


A conversão das moedas fiduciárias – seja o dólar, euro ou real – em sua forma tokenizada é um exemplo notório dentro do universo cripto. A exigência de maior transparência pelos emissores, além do potencial inexplorado de stablecoins vinculadas a moedas além do dólar, são pontos centrais nas discussões atuais do setor.

Tokenização de ativos. Todo criptoativo é, em sua essência, um token — sim, inclusive o Bitcoin. A prática que adotamos como “tokenização” refere-se à conversão de um ativo em sua forma digital, representada através da renomada tecnologia de registros distribuídos: a blockchain. Essa transição oferece várias vantagens, como a divisibilidade, tornando ativos antes inalcançáveis acessíveis a investidores de menor porte, e a economia de custos, dado que menos intermediários são requeridos para a oferta desses ativos. A blockchain, por natureza, promove transparência e governança. Esta revolução digital facilitará a negociação de variados ativos, seja no setor financeiro, imobiliário, de pagamentos e onde mais a inovação nos levar.

Finanças Descentralizadas.


Nesse sentido, a evolução e a popularização das DeFi (finanças descentralizadas) estão intrinsecamente ligadas à adoção generalizada de stablecoins e ativos tokenizados. As plataformas DeFi têm a capacidade de operar com esses ativos, revelando um potencial grandioso para o Brasil se posicionar de forma proeminente neste campo. Embora a regulamentação para DeFi seja complexa, é uma questão que ganhará foco assim que a adoção alcançar um ponto de inflexão.

Ao refletirmos sobre o que está por vir no cenário cripto brasileiro, não podemos deixar de reconhecer o potencial inerente e as oportunidades que se apresentam. Continuemos juntos nesta jornada aqui na Blocktrends, explorando, entendendo e inovando. Aguardo vocês nas próximas colunas para mais descobertas neste universo cripto. Até a próxima!

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