Criptomoedas

60% dos maiores fundos de hedge investem em Bitcoin

Os dados refletem um movimento significativo no mercado financeiro global.

60% dos maiores fundos de hedge investem em Bitcoin

Uma recente análise revela que 60% dos maiores hedge funds do mundo já possuem exposição ao Bitcoin através de ETFs. Os hedge funds são fundos mais despojados. Eles tem procuração para se exporem em graus de risco variados.

Desse modo, os dados refletem um movimento significativo no mercado financeiro global. Agora, gestores de grandes fundos diversificam suas carteiras e apostam cada vez mais em ativos digitais. Conforme a tabela de exposição a ETFs de Bitcoin, dos 25 maiores hedge funds, 15 já adquiriram ETFs relacionados ao Bitcoin.

Hedge Funds Bitcoin
(Imagem: River/Reprodução)

Entre os maiores investidores estão nomes como Millennium Management e G.S. Asset Management. Ambos lideram em quantidade de Bitcoins adquiridos, com 27.263 BTC e 6.202 BTC, respectivamente. Millennium Management é uma das maiores empresas de gestão de ativos alternativos do mundo. A gestora detém mais de US$ 67,9 bilhões em ativos sob gestão.

Ademais, esses fundos não apenas mantêm grandes posições, mas também realizaram compras significativas no segundo trimestre de 2024. É o caso do Millennium, que aumentou suas reservas em 1.429 BTC.

A tendência sugere que os gestores enxergam o Bitcoin cada vez mais como um ativo relevante nas estratégias de investimento. O fato de fundos como Citadel Investment Group e Renaissance Technologies estarem posicionados no mercado de Bitcoin demonstra que a moeda digital está ganhando tração.

Não apenas entre investidores individuais, mas também entre as principais instituições financeiras globais.

Por fim, vale ressaltar que com a evolução do mercado e a regulamentação se ajustando, é provável que mais fundos de hedge comecem a adotar uma postura similar. Assim, aumentando ainda mais a participação do Bitcoin no mercado financeiro global.

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Leonardo Rubinstein

Sobre o autor

Leonardo Rubinstein

Jornalista formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Repórter, e autor do livro "2020: O Ano que Não Aconteceu". Escreve sobre criptoativos, tokenização, Web3 e blockchain, além de matérias na editoria de tecnologia, como inteligência artificial, Real Digital e temas semelhantes. Já cobriu eventos como Consensus, LabitConf, Criptorama e Satsconference.

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