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Blockchain

Lens, rede social Web3, vai permitir interação com dApps externos

Por exemplo, cunhagens de NFTs, negociações de criptoativos e votação em DAOs poderão ser feitos na rede social.

A Lens Protocol, uma rede social da Web3, anunciou que está trabalhando na implementação de sua segunda versão do protocolo. Eles apresentaram a nova versão como “o próximo capítulo na evolução do Lens”.

Entre as novidades, está o Open Actions, ou ações abertas em português. O Open Actions visa permitir que usuários e desenvolvedores possam trazer seus próprios contratos inteligentes para a rede social.

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Nesse sentido, a ideia é permitir qualquer ação de contrato inteligente externa em uma publicação do Lens. Desse modo, a rede social permitirá que os usuários realizem cunhagem de NFTs, negociem criptoativos e participem de votações em DAOs. Além disso, a capacidade da rede social poderá ser estendida para incluir transações cross-chain com suporte para protocolos de oráculos, permitindo ações em Ethereum e L2s.

Além disso, o anúncio da equipe acontece alguns meses depois do lançamento do Momoka. Trata-se de um blockchain de segunda camada para solução para acelerar as transações e, ao mesmo tempo, torná-las mais baratas. A ideia central da Momoka é armazenar as informações off-chain, ou fora do blockchain principal.

O que é o Lens?

Lens Protocol é um ecossistema de código aberto no blockchain da Polygon, que permite aos desenvolvedores criar aplicativos de mídia social. Diversos aplicativos descentralizados (dApps) foram lançados no Lens, como Lenstube, uma alternativa ao YouTube, Riff, um aplicativo voltado para música, e Lenster, uma alternativa do Twitter.

A interação do usuário, e chave de acesso, para o ecossistema do Lens é por meio de um handle, ou um nome de perfil em forma de NFT. O objetivo é que, os usuários criem suas contas, e todos seus dados, e publicações dentro do ecossistema sejam controlados por ele através do NFT identificador “.lens”. O aplicativo principal, Lenster, já conta com ferramentas de mensagens diretas e postagens de fotos, vídeos e GIFs.

Desse modo, uma das maiores motivações citadas por Stani Kulechov, fundador da rede social, é a capacidade do usuário poder monetizar seu conteúdo de forma prática. Alem disso, Kulechov diz que o poder de detentoria dos dados, pelo próprio usuário, é algo revolucionário.

Novidades no Lens

Para desenvolvedores e criadores de aplicativos, o V2 ​​promete uma série de novos recursos. Na prática, a nova versão permite maneiras de se conectar a outras redes e plataformas, incluindo DAOs, Gitcoin e mundos virtuais como Decentraland ou Sandbox.  No caso do Sandbox, um usuário pode fornecer seu terreno virtual, um NFT tokenizado, um perfil Lens e abrir uma caixa de mensagens para se comunicar com outros terrenos. 

“Essa funcionalidade dá aos NFTs suas próprias relações sociais, voz e oportunidades de monetização. Por exemplo, o CryptoKitty pode possuir um perfil do Lens, seguir outros CryptoKitties e publicar conteúdo, criando sua própria cadeia de valor”, de acordo com uma postagem no blog oficial.

Além disso, na segunda versão, o botão seguir de um perfil foi atualizado para que sejam anexados a um perfil ,e não ao seguidor. Além disso, os perfis do Lens agora podem bloquear outros perfis. Se um usuário bloquear um perfil, ele não poderá seguir, comentar, espelhar, citar ou realizar uma ação aberta nas postagens deste usuário.

Os desenvolvedores do Lens disseram que, assim que a segunda versão ​​for lançado na rede principal, eles “gradualmente integrarão novos perfis”. Os perfis existentes do Lens poderão migrar para a versão atualizada no lançamento.

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