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Goldman Sachs

Goldman Sachs volta a defender o Bitcoin junto a clientes


Por Marcelo Campos
Maio 31, 2021

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Em novo relatório, o time de Research do Goldman Sachs afirmou que o Bitcoin faz parte de uma nova classe de ativos em fase de adoção. Comandados pelo Chefe Global de Ativos Digitais do banco, Mathew McDermott, o Goldman voltou a tecer comentários positivos sobre o criptoativo.

De acordo Mathew McDermott, Chefe Global de Ativos Digitais do Goldman Sachs, está na hora de levar o Bitcoin muito mais a sério como um ativo financeiro. McDermott afirmou, em relatório para o banco, que “o Bitcoin não se comporta como se esperaria intuitivamente em relação a outros ativos, dada a analogia com o ouro digital”.

O relatório segue diferenciando o Bitcoin de demais ativos tradicionais. Nas palavras do Chefe Global de Ativos Digitais do Goldman Sachs: “até o momento, o criptoativo tende a ser mais alinhado com ativos de risco, mas os clientes e demais instituições estão tratando o Bitcoin como pertencente a uma nova classe de ativos, o que é notável – não é sempre que testemunhamos isso”. 

Ainda segundo o time de Research do Goldman Sachs, comandado por Mathew: “o Bitcoin tem seu próprio risco idiossincrático, em parte porque ainda é relativamente novo e está em fase de adoção”.

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Goldman e o Bitcoin

Esta não é a primeira vez que o Goldman Sachs se aproxima da indústria blockchain. No mês passado, o quinto maior banco dos Estados Unidos se tornou um veículo de exposição ao mercado futuro de Bitcoin para seus clientes.

A aproximação com o mercado de criptoativos vem após anos de críticas institucionais ao Bitcoin. Em 2014, o banco norte-americano lançou um relatório afirmando que o criptoativo não era uma moeda de verdade e que jamais se tornaria uma reserva de valor segura e confiável.

As declarações, no entanto, não encontraram eco frente aos seus próprios clientes. Em pesquisa recente, realizada pelo próprio banco, foi revelado que ao menos 40% dos entrevistados têm exposição às criptomoedas.

Na mesma pesquisa, 54% dos entrevistados afirmaram que o preço do Bitcoin deve ficar entre $40 e $100 mil dólares (entre R$208 e R$522 mil) até o final do ano. Além disso, 22% das pessoas que responderam o questionário prevêem que o preço do Bitcoin será superior a $100 mil dólares (R$522 mil) nos próximos 12 meses, enquanto 34% afirmaram que a ausência de veículos regulados é o maior obstáculo para ganhar exposição ao Bitcoin.


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