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Gestora dos dois melhores ETFs de 2021 lança novo ETF na bolsa brasileira

A gestora QR Asset Management, responsável pelos 2 ETFs de maior retorno da bolsa em 2021 (QBTC11 e QETH11), lançou hoje seu terceiro ETF, o QDFI11, de Finanças Descentralizadas.

Gestora dos dois melhores ETFs de 2021 lança novo ETF na bolsa brasileira
Imagem: Divulgação/QR Capital

Surgido em 2017, o termo “Finanças Descentralizadas”, ou DeFi, se tornou um trend no mundo cripto, unindo a tecnologia, agilidade e transparência da blockchain ao mundo das finanças. De lá pra cá o mercado saltou de $47 milhões para $80 bilhões em valor de mercado, além de $250 bilhões transacionados segundo dados de análise on-chain. Visando este mercado, a QR Asset lança o 1º ETF de DeFi do mundo, o QDFI11.

Na prática, o mercado de DeFi busca ganhar espaço em meio as ineficiências e elevados custos do mercado financeiro, cortando limitações geográficas. 

Por meio de protocolos descentralizados, pessoas de todo o planeta podem alocar recursos e realizar operações financeiras padrão, como financiamentos, investimentos ou seguros, sem as barreiras locais.

A frente de outros países, o Brasil agora se tornou o primeiro país do mundo a colocar um índice que segue as principais criptos do mercado à disposição do investidor pessoa física.

Em parceria com o Bloomberg Galaxy DeFi Index, a gestora QR Asset, lançou hoje na bolsa brasileira o QDFI11, um índice que agrega protocolos como Uniswap, Aave, Maker, Curve, Yearn.finance, Compound, Sushiswap, 0X, Synthetix e Curve.

A opção da gestora foi por uma listagem direta, sem impor custos como estruturação aos cotistas que reservam cotas no lançamento (custos de ao menos 2% da oferta, que remuneram agentes autônomos e as instituições que organizam a oferta).

O 1º ETF de DeFi do mundo já está disponível na B3 portanto. Para além dessa questão primordial para investidores que já conhecem a classe de ETFs, a taxa de administração de 0.9% é um outro ponto relevante.

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Por se tratar de um setor novo, muitas das opções de tokens contidos no próprio ETF não são negociados no Brasil em exchanges, o que torna o ETF a melhor opção para diversificar na área, tendo em vista custos cambiais, além de gerenciamento de risco e balanceamento da carteira, algo que o índice da americana Bloomberg se torna responsável.

A custódia dos ativos também é outro ponto trabalhado pela gestora brasileira, que se uniu a Gemini para garantir a segurança dos ativos contidos no ETF, além de fornecer um seguro próprio. 

Além do mercado de DeFi, cujo crescimento em 2021 superou 1100%, a gestora também foi pioneira em lançar produtos como o QBTC11, 100% focado em Bitcoin, e o QETH11, 100% focado em Ethereum (a blockchain utilizada por tokens DeFi e NFTs), ambos os ETFs de maior retorno na bolsa brasileira no último ano. 

O ticker para encontrar o ETF no seu homebroker é: QDFI11

Este conteúdo é informativo e educacional e não constitui recomendação de investimento. Rentabilidade passada não é garantia de resultados futuros.

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Sobre o autor
Felippe Hermes
Co-fundador e editor-chefe do BlockTrends, colunista da InfoMoney e co-fundador do Spotniks. Jornalista de criptomoedas, tecnologia e economia.
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