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ETFs de cripto na B3: o que olhar em QBTC11, QETH11 e QSOL11 em 2026

Veículos da QR Asset dão exposição regulada a Bitcoin, Ethereum e Solana na bolsa. Entenda como funcionam e o que acompanhar no ano.

ETFs de cripto na B3: o que olhar em QBTC11, QETH11 e QSOL11 em 2026

O investidor brasileiro tem hoje mais de 20 ETFs e BDRs de ETFs ligados a criptoativos listados na B3, e três deles carregam a assinatura da QR Asset: o QBTC11, de Bitcoin, o QETH11, de Ethereum, e o QSOL11, de Solana. São veículos que replicam o preço do ativo digital dentro do ambiente regulado da bolsa, sem exigir carteira própria, corretora de cripto ou custódia de chaves privadas.

Como funcionam

Cada cota representa uma fração de um fundo que mantém exposição ao criptoativo de referência. A negociação acontece no home broker, como uma ação, com liquidação em reais e tributação de renda variável. Para quem quer exposição a Bitcoin, Ethereum ou Solana dentro das regras do mercado tradicional, é o caminho mais direto.

O momento do mercado

O início de 2026 tem sido de pressão para a classe. O sentimento do mercado cripto opera em zona de medo no Fear and Greed Index e os ETFs de cripto da B3 acumulam quedas relevantes no ano, acompanhando o ajuste dos ativos de referência. Para o investidor de longo prazo, períodos assim costumam ser mais sobre gestão de risco e tamanho de posição do que sobre tentar acertar o fundo.

O que monitorar

Valem atenção o fluxo de captação dos ETFs, que mostra se o investidor institucional está entrando ou saindo, o sentimento medido pelo Fear and Greed, e o comportamento do Bitcoin nos futuros da CME, onde o posicionamento institucional fica visível no relatório semanal da CFTC.

No BlockTrends, as páginas de QBTC11, QETH11 e QSOL11 em Mercados trazem preço, gráfico e contexto de cada fundo, e o raio-x de Bitcoin e Ethereum mostra sentimento, dados on-chain e derivativos em tempo real.

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