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Em 2024, US$ 13,9 bilhões (20% do dinheiro que entrou na BlackRock) foi por meio de ETF de Bitcoin

O IBIT, que gerencia quase US$ 19 bilhões em ativos, é "o ETF que cresceu mais rapidamente na história", afirmou o CEO da BlackRock, Larry Fink

Em 2024, US$ 13,9 bilhões (20% do dinheiro que entrou na BlackRock) foi por meio de ETF de Bitcoin

Cerca de um quinto, ou 20%, do total de entradas líquidas de ETFs da BlackRock no primeiro trimestre foi para o seu ETF de Bitcoin (BTC) à vista. A maior gestora de ativos do mundo registrou entradas líquidas de US$ 67 bilhões no primeiro trimestre deste ano. O montante é referente ao seu portfólio de mais de 400 fundos de ETF,

Desse modo, seu ETF, o iShares Bitcoin Trust (IBIT) representa 21% deste fluxo de entrada. O produto foi ao mercado em 11 de janeiro, juntamente com outros nove fundos semelhantes de bitcoin à vista. Sozinho, o IBIT capturou cerca de US$ 13,9 bilhões, segundo dados do ETF.com.

Junto com a demanda crescente pelo fundo de bitcoin, os ETFs de renda fixa e ações principais da empresa também aumentaram. Estes registraram entradas líquidas de US$ 37 bilhões e US$ 18 bilhões, respectivamente. As informações são de acordo com Martin Small, diretor financeiro da BlackRock, durante uma teleconferência de resultados nesta sexta-feira.

IBIT é o ativo que cresceu mais rápido na história

O IBIT, que gerencia quase US$ 19 bilhões em ativos, é “o ETF que cresceu mais rapidamente na história”, afirmou o CEO da BlackRock, Larry Fink, durante a teleconferência de resultados.

A oferta registrou entradas líquidas em todos os dias de negociação desde seu lançamento há três meses. O sucesso doETF de Bitcoin da BlackRock impulsionou a empresa a alcançar um recorde de US$ 10,5 trilhões em ativos sob gestão durante o primeiro trimestre.

“Este é apenas o mais recente exemplo de como a BlackRock está inovando para oferecer melhor acesso e transparência a uma gama mais ampla de exposições de investimento”, disse Small sobre o IBIT.

A BlackRock também introduziu seu primeiro fundo tokenizado, o BlackRock USD Institutional Digital Liquidity Fund, no último trimestre. Essa oferta proporciona aos investidores qualificados exposição a rendimentos em dólar americano por meio da Securitize Markets, uma empresa focada na tokenização de ativos reais.

Fink já chamou os ativos tokenizados de “a próxima geração para os mercados”. Desse modo, destacou que eles oferecem uma oportunidade para a BlackRock e outras empresas aumentarem a eficiência nos mercados de capitais. Além de encurtarem cadeias de valor e reduzirem custos para os investidores.

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Leonardo Rubinstein

Sobre o autor

Leonardo Rubinstein

Jornalista formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Repórter, e autor do livro "2020: O Ano que Não Aconteceu". Escreve sobre criptoativos, tokenização, Web3 e blockchain, além de matérias na editoria de tecnologia, como inteligência artificial, Real Digital e temas semelhantes. Já cobriu eventos como Consensus, LabitConf, Criptorama e Satsconference.

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