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DOOM, famoso jogo dos anos 90, agora está completo na rede da Dogecoin

O responsável pelo feito, o fez com a ajuda da tecnologia Ordinals.

DOOM, famoso jogo dos anos 90, agora está completo na rede da Dogecoin

O jogo DOOM, lançado em 1993, é famoso por ser tão “simples” que pode ser colocado até em uma calculadora (como já feito antes). Nesse sentido, agora o saudoso jogo de tiro em primeira pessoa está disponível e armazenado na rede blockchain Dogecoin.

Portanto, o responsável pelo feito, o fez com a ajuda da tecnologia Ordinals. Trata-se um protocolo relativamente novo que permite aos desenvolvedores armazenar grandes quantidades de dados em uma blockchain. O desenvolvedor @minidogeart, que inseriu o jogo no Dogecoin, anunciou o lançamento em seu perfil do X, antigo Twitter.

“Ð é para Doginals! Ð é para DOOM no Dogecoin. Agora inscrito na blockchain Dogecoin para sempre!” Isso significa que a implantação do jogo em Doginals busca todos os seus dados de jogo inteiramente dos dados armazenados na rede Dogecoin, sem depender de outras fontes externas à rede.

O jogo DOOM, que se destacou como um dos primeiros jogos de computador a viralizar nos anos 90, celebrou seu 30º aniversário com a implantação na plataforma Doginals, conforme anunciado por @minidogeart. A versão disponibilizada é conhecida como shareware, abrangendo nove níveis do jogo, os quais se podem publicar sem risco de questões legais.

Vale ressaltar que o protocolo Ordinals ganhou tração no Bitcoin. Apesar disso, após a fama, foi implementado em diversas outras redes blockchains, como em Avalanche e até Solana.

Estas inscrições armazenam dados na blockchain, incluindo imagens, vídeos, arquivos de áudio e textos, funcionando como entradas digitais. No Dogecoin, nomeiam-se essas inscrições como “Doginals”.

A atividade de transação esfriou no mês passado, mas parece estar aumentando novamente. Por fim, dados mostram que a atividade subiu para 420.000 transações na quarta-feira, de 90.000 no início do mês.

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Leonardo Rubinstein

Sobre o autor

Leonardo Rubinstein

Jornalista formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Repórter, e autor do livro "2020: O Ano que Não Aconteceu". Escreve sobre criptoativos, tokenização, Web3 e blockchain, além de matérias na editoria de tecnologia, como inteligência artificial, Real Digital e temas semelhantes. Já cobriu eventos como Consensus, LabitConf, Criptorama e Satsconference.

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