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US$ 2 milhões de lucro por HORA. Conheça a melhor empresa do mundo (Tether)

Aos que já estão buscando o ticker da empresa na bolsa, a Tether não tem capital aberto. E nem planeja ter, conforme o próprio CEO comentou ao Blocktrends.

A Tether é uma empresa que reportou um lucro de US$ 4,52 bilhões neste trimestre. Ou seja, um lucro de US$ 2 milhões por hora com 80 funcionários, conforme o Linkedin. Isso seria um lucro de US$ 26 mil por empregado a cada valiosos sessenta minutos.

Lançado em 2014, o Tether (USDT) é uma criptomoeda concebida por Brock Pierce, Craig Sellars e Reeve Collins. Desse modo, os três americanos buscavam criar uma moeda totalmente digital que mantivesse paridade com o dólar americano.

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Assim surgia a USDT, originalmente sob o nome de RealCoin. A USDT inaugurou a classe de ativos que hoje chama-se “stablecoins“, ou seja, moedas digitais pareadas com um ativo estável como o dólar. Ao contrário de outras criptomoedas, o objetivo da Tether é servir como uma moeda estável, para negociação em ambiente blockchain, ou web3.

Logo em seu início, a Tether também tinha relações fortes com Bitfinex, corretora de criptomoedas de 2012. Desde então, ambas empresas andam lado a lado. Tanto é, que a Bitfinex foi a primeira corretora a oferecer USDT, e apresenta-se como afiliada à Tether. Atualmente a Tether oferece stablecoins pareadas com euro, ouro e outras moedas.

Frequentemente, os C-levels passeiam entre as empresas. Uma forma de troca de experiência, ou um intercâmbio cultural. Um exemplo foi Paolo Ardoino, que começou na Bitfinex e hoje é CEO da Tether.

Em entrevista ao BlockTrends, Paolo Ardoino disse que estudou ciências da computação e iniciou sua carreira como pesquisador antes de se aventurar no mundo financeiro.

Após se desiludir com a remuneração na academia, começou a desenvolver sistemas para fundos de hedge. Contudo, sua trajetória no mundo das criptomoedas começou com o interesse pelo Bitcoin.

Em 2014, foi introduzido à Bitfinex pelo próprio CFO, Giancarlo Devasini e, posteriormente, assumiu papéis de liderança tanto na Bitfinex quanto na Tether. Devasini posteriormente também assumiu como CFO da Tether, onde está atualmente.

Polêmicas da Tether

Para que a emissão de USDT seja viável, a Tether, empresa que o emite, deve manter uma reserva equivalente em dólares para cada Tether em circulação. Isso significa que, por exemplo, se houvesse 100 Tethers em circulação, deveria haver 100 dólares em reserva como garantia.

Foi devido a isso, falta de confiança em suas reservas, que a Tether foi condenada, sofreu julgamentos mas até hoje está em funcionamento. Não somente isso, como também agora realiza auditorias com empresas grandes como a BDO.

Mas nem sempre foi assim, em 2018, a Tether Limited não realizou uma auditoria necessária para comprovar ao governo dos EUA a existência de fundos suficientes para cobrir todos os Tethers emitidos.

Conforme relatos do portal FX Empire, houve especulações de que a empresa poderia ter inflado os dados financeiros do ano anterior, o que constituiria uma violação das normas aplicáveis às stablecoins. Por um período, a empresa manteve a posição de que havia dólares suficientes garantindo a criptomoeda.

Contudo, em fevereiro de 2019, a Tether Limited finalmente admitiu que apenas uma parte dos Tethers em circulação era de fato respaldada por dólares em sua posse, sendo que o restante estava supostamente garantido por reservas de terceiros e outros ativos não monetários.

Hoje, a Tether possui respaldos e reservas em títulos públicos norte-americanos. A empresa realiza a custódia em caixa, enquanto emite as stablecoins em paridade, e ganha nas taxas de negociação. Além disso, a empresa também anunciou recentemente a expansão para outras áreas como inteligência artificial e mineração de Bitcoin.

IPO da Tether?

Aos que já estão buscando o ticker da empresa na bolsa, a Tether não tem capital aberto. E nem planeja ter, conforme o próprio CEO comentou ao Blocktrends. Ao discutir a possibilidade de um IPO da Tether, compara a empresa à Ferrero, criadora da Nutella.

Ele destacou que ambas são empresas de sucesso que não se tornaram públicas. Ele argumenta que se uma empresa possui um ótimo produto e não necessita de capital adicional, não há necessidade de abrir o capital.

Ardoino ainda menciona que a Tether está em uma posição privilegiada. Nela, os acionistas estão satisfeitos e a gestão não tem interesse em abrir mão do controle para investidores externos. Embora um IPO possa ser considerado no futuro, ele afirma que atualmente não há interesse em prosseguir com essa iniciativa.

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